Regatas Lineares abrem catarinense de Oceano em Floripa

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Válida como quarta etapa da Copa Veleiros de Oceano e como abertura do Campeonato Catarinense, as Regatas Lineares prometem esquentar o final de semana nesse começo de inverno em Jurerê. A Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina recebe a flotilha de vela oceânica para um dos eventos mais aguardados da temporada, uma vez que a competição desse final de semana é a última antes da parada de meio de ano para a realização da 44ª edição da Semana de Vela de Ilhabela, que acontece entre os dias 7 e 15 de julho, no litoral paulista.

Estão programadas quatro regatas, sendo duas para sábado e duas para domingo, em Jurerê, para as classes ORC, IRC, C30, HPE-25, RGS, RGS Cruzeiro e Bico de Proa. Diferente da maioria das competições realizadas dentro do calendário de eventos da Copa Veleiros de Oceano, onde são realizadas etapas de percurso, as regatas desse final de semana terão formato barla-sota. Continuar lendo “Regatas Lineares abrem catarinense de Oceano em Floripa”

Itajaí Sailing Team disputa regata em Floripa na luta pelo bi-estadual

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O Itajaí Sailing Team – time de vela que representa a cidade em competições oficiais – vai disputar nos dias 24 e 25 a Regata Lineares e a Primeira Etapa do Estadual  de Oceano, em Florianópolis. A competição, organizada pelo Iate Clube de Santa Catarina, servirá como uma espécie de clínica de vela para a participação na 44ª edição da Semana de Vela de Ilhabela, que acontece de 7 a 15 de julho. Os itajaienses – atuais campeões estaduais – chegam à Capital catarinense com a missão de defender o título, tendo a bordo o velejador olímpico, André Bochecha Fonseca, e a estreia do velejador Alex Ramos Veeren. Continuar lendo “Itajaí Sailing Team disputa regata em Floripa na luta pelo bi-estadual”

Brasileiros do 49er classificam para a flotilha ouro na semana alemã

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Robert Scheidt e Gabriel Borges iniciam, nesta sexta-feira (23), a disputa da flotilha ouro da Kieler Woche, a tradicional Semana de Vela de Kiel, na Alemanha. E começam a fase semifinal com moral alta, após garantir a sexta colocação na etapa de classificação da classe 49er, que reuniu 69 barcos. Com o descarte do pior resultado em cinco regatas, justamente o 12º lugar da última prova da fase de classificação, Scheidt e Borges ocupam o 6º lugar, com 18 pontos perdidos. A liderança continua com os neozelandeses Josh Porebski e Trent Rippey, com 9 pontos perdidos. A outra dupla brasileira na Alemanha, formada por Carlos Lorente e Marco Grael, está em 17º lugar. Os iatistas do Brasil e Nova Zelândia estão entre os 35 classificados para a flotilha ouro que começa nesta sexta e termina sábado. Continuar lendo “Brasileiros do 49er classificam para a flotilha ouro na semana alemã”

Equipe do Bigorrilho (PERA/YCSA) vence Paulista de Flash 165.

O Campeonato Paulista de Flash 165 foi disputado no YCSA durante o último feriado. Nove duplas participaram da competição, que teve seis regatas com vento variando de 5 a 12 nós. Com três vitórias, a dupla Marcelo Monteiro e Marco del Porto ficou com o título.

“A classe me surpreendeu, quando se fala em regata muitos velejadores olham para a classe Flash 165 com certo preconceito, mas pude sentir que os barcos são muito parecidos e andam igual os velejadores da classe evoluíram muito o que torna a competição muito divertida e bem competitiva, ganha que acerta na tática e manobras”, afirma Del Porto, que velejou com Marcelo pela primeira vez no primeiro dia da competição.

Samuca e Bruna são campeões brasileiros de Nacra 17

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Samuel Albrecht e Bruna Martinelli conquistaram o título brasileiro da classe Nacra 17 encerrado no domingo (18) no Iate Clube do Rio de Janeiro. A dupla do Veleiros do Sul liderou todo o campeonato e venceu com boa diferença de pontos para os segundos colocados. Samuca, que representou o Brasil nos Jogos do Rio 2016 na classe Nacra comentou o desempenho no campeonato com sua nova proeira.

– Foi uma estreia acima da expectativa, parecia até que já velejávamos há mais tempo. Fiquei surpreso com o desempenho da Bruna, que ainda não completou 20 velejadas no barco. Nosso esforço e trabalho dos últimos dias valeram a pena e nos deixam animados para seguir na campanha olímpica com mais empenho.

O gaúcho Samuel Albrecht e pernambucana Bruna Martinelli depois de dois meses velejando juntos em Porto Alegre deram início a campanha olímpica. Após a Copa Brasil de Vela realizada em março em Porto Alegre, Samuca e Isabel Swan, nossos representantes nos Jogos do Rio 2016 na classe Nacra, desfizeram a parceria. No lugar da velejadora carioca entrou Bruna, 30 anos, que competia na prancha a vela olímpica e foi campeã sul-americana 2016. Ela veio de muda para o Sul e desde o começo de abril treina no Veleiros do Sul.   Depois de período de adaptação os dois velejadores oficializaram a dupla e a campanha para Tóquio 2020. Por enquanto os treinos estão concentrados no Guaíba. Bruna, que competiu na Copa Brasil ainda na classe RS:X e ficou em segundo atrás de Patrícia Freitas, diz que não sentiu dificuldade em velejar na nova classe.
– Comecei na Optimist, passei por outros monotipos, como a Hobie 16, e Oceano. Nos últimos tempos me fixei na prancha vela olímpica na qual consegui vários títulos, mas não estou na Equipe Brasileira de Vela 2017. Então resolvi experimentar a Nacra 17. Há muita relação no velejar entre todos os barcos, por isso não estranhei e também minha condição física favorece o trabalho de proa no Nacra. Neste brasileiro já consegui comprovar isso.
Samuca conta que viu na Bruna um biótipo certo para velejar no barco. “Eu fiz o convite e ela topou esse desafio”.
– Nós estamos no início da campanha e começamos a definir nossos objetivos. Nesse ano queremos correr a Copa Brasil em dezembro em Ilhabela e o Sul-americano da classe que ainda não está com data marcada. Nós vamos treinar muito em Porto Alegre. Em 2018 queremos velejar no novo Nacra 17 foiling, barco que fará parte do programa da vela nos Jogos de Tóquio.

A compra de barco está nos planos de Samuca para o próximo ano e também participar de competições internacionais. Ao desfazer a dupla com Isabel Swan, Samuca perdeu a vaga da Equipe Brasileira de 2017 da CBVela, obtida ao vencer a Copa Brasil nesse ano.
– São investimentos que precisarei fazer, conto com o apoio do Crioula Sailing Team, do Veleiros do Sul e Ministério do Esporte, enquanto Bruna conta com o do Time Pernambucano do governo estadual, mas necessitaremos buscar outros apoiadores.

Deixar o calor de Recife para treinar nas águas geladas do Guaíba nessa época do ano não foi problema para Bruna. Ela comenta que já velejou em outros países e está adaptada.
– O pessoal aqui do Veleiros me recebeu muito bem e então sinto-me à vontade, moro no Clube e faço o treinamento físico na academia, já estou me acostumando aqui no Sul.

Chegar até Tóquio será uma busca permanente para atingir metas a cada ano, mas na cultura brasileira gaúchos e pernambucanos sempre foram conhecidos pela proximidade quanto ao espírito combativo.

 

Phoenix é campeão brasileiro de HPE25 em Ilhabela

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O 13º Campeonato Brasileiro de HPE 25 consagrou o veleiro Phoenix com o inédito e mais relevante título nacional da classe. Em oito regatas disputadas no Canal de São Sebastião, o barco do Yacht Club Paulista (YCP) foi soberano entre os 24 inscritos. Obteve três vitórias e descartou como pior resultado um quarto lugar. Fit to Fly e Dom, ambos de Ilhabela, ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

A tripulação do Phoenix, formada por Eduardo Souza Ramos, André Fonseca (Bochecha), Juninho de Jesus e Amauri Gonçalves, comemorou a conquista com os resultados obtidos de quinta-feira a sábado. As duas regatas previstas para domingo foram canceladas devido à falta de vento. Caso as duas regatas fossem realizadas, bastaria ao Phoenix um sétimo lugar para consolidar o título brasileiro.

“Tivemos três dias de muitos acertos e mantivemos a regularidade de não chegar além da quarta posição. Nossos tripulantes velejaram com muita inspiração e mostraram que estavam bem preparados”, afirmou o comandante Souza Ramos. Em 2016, o Phoenix foi vice-campeão brasileiro. Neste ano, ficou em terceiro no Campeonato Paulista, na Guarapiranga, e em segundo lugar na 2ª Etapa da Copa Suzuki há duas semanas, também em Ilhabela.

Os vice-campeões fizeram o máximo possível para aprimorar o desempenho do Fit to Fly, mas comemoraram com intensidade as medalhas de prata conquistadas na Capital Nacional da Vela. “O Phoenix não deu chances para ninguém. Fez um campeonato perfeito, mas nós estamos felizes e certos que nos esforçamos muito”, considerou o timoneiro do Fit to Fly, Henrique Hadad, o Gigante. “Pelo tamanho (oito metros) e número de tripulantes (quatro), a classe HPE 25 é perfeita para se velejar no Brasil”, concluiu Gigante.

Pela primeira vez no pódio do Campeonato Brasileiro de HPE 25, o timoneiro do Dom, Pedro Lodovici, revelou a tática para manter a regularidade e levar a tripulação à medalha de bronze, mesmo sem vencer regata. “Combinamos para competir de forma conservadora, sem preocupação com a vitória, mas se possível chegarmos sempre entre os seis primeiros. Fomos agressivos apenas nas largadas, sempre fundamentais para se manter na frente em uma flotilha com barcos e tripulações tão iguais”, afirmou o comandante do Dom. O próximo encontro da classe HPE 25 será na Semana de Vela de Ilhabela, de 7 a 15 de julho.

Classificação após oito regatas (com um descarte)
1) Phoenix (Eduardo Souza Ramos): 3+1+(4)+2+3+1+1+3= 14 pontos perdidos
2) Fit to Fly (Henrique Hadad): 2+4+6+3+2+3+(12)+2 = 22 pp
3) Dom (Pedro Lodovici): 7+3+7+5+4+4+3+!17) = 33 pp
4) Ginga (Breno Chvaicer): 11+2+2+1+6+(19)+11+4 = 37+2* = 39 pp
5) Alhena (Mário Tinoco): 8+11+1+4+7+5+4+(18) = 40 pp

*Ginga teve dois pontos acrescidos por penalidade sofrida na quinta regata

Categoria Silver
1) Conquest (Marco Hidalgo) – 62 pp
2) Sururu (Martin Lowy) – 68 pp
3) Pé de Vento (Vasco Simões) – 88 pp

 

Scheidt e Coveiro participam da Semana de Kiel, na Alemanha

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Após dois meses de preparação na Itália, Robert Scheidt está pronto para mais um desafio na nova fase da carreira. O bicampeão olímpico segue nesta quinta-feira (15) para Kiel, na Alemanha, onde disputará a Kieler Woche, a mais tradicional semana de vela do mundo. A competição tem cerimônia de abertura neste sábado (17), mas o iatista brasileiro coloca seu barco na água para largar na primeira regata somente na quarta-feira (21), quando começa a disputa da classe 49er, na qual forma dupla com o proeiro Gabriel Borges.

Scheidt e Borges treinaram por dois meses no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. “Estamos bem animados, trabalhamos muito para refinar cada vez mais as manobras, que é o principal na 49er, que é um barco que requer muita habilidade e por isso é muito importante passar o maior tempo possível na água. E foi o que fizemos aqui na Itália”, explica o bicampeão olímpico. Continuar lendo “Scheidt e Coveiro participam da Semana de Kiel, na Alemanha”

Samuca Albrecht desfaz dupla com Isabel Swan e passa a velejar com Bruna Martinelli

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A classe Nacra 17 brasileira tem nova dupla com pretensão de estar nos Jogos de Tóquio em 2020. O gaúcho Samuel Albrecht e pernambucana Bruna Martinelli depois de dois meses velejando juntos em Porto Alegre dão início a campanha olímpica. Após a Copa Brasil de Vela realizada em março em Porto Alegre, Samuca e Isabel Swan, nossos representantes na Nacra 17 nos Jogos do Rio 2016, desfizeram a parceria. No lugar da velejadora carioca entrou Bruna, 30 anos, que competia na prancha a vela olímpica e foi campeã sul-americana 2016. Ela veio de muda para o Sul e desde o começo de abril treina no Veleiros do Sul.

Depois de período de adaptação os dois velejadores oficializaram a dupla e a campanha para Tóquio 2020, por enquanto os treinos estão concentrados no Guaíba. Bruna, que competiu na Copa Brasil ainda na classe RS:X e ficou em segundo atrás de Patrícia Freitas, diz que não sentiu dificuldade em velejar na nova classe.

– Comecei na Optimist, passei por outros monotipos, como a Hobie 16, e oceano. Nos últimos tempos me fixei na prancha vela olímpica na qual consegui vários títulos, mas não estou na Equipe Brasileira de Vela 2017. Então resolvi experimentar a Nacra 17. Há muita relação no velejar entre todos os barcos, por isso não estranhei e também minha condição física favorece assumir a proa no Nacra.

Samuca conta que viu na Bruna um biótipo certo para velejar no barco. “Eu fiz o convite e ela topou esse desafio”.

– Nós estamos no início da campanha e começamos a definir nossos objetivos. Nesse ano queremos correr a Copa Brasil em dezembro em Ilhabela e o Sul-americano da classe que ainda não está com data marcada. Nós vamos treinar muito em Porto Alegre. Em 2018 queremos velejar no novo Nacra 17 foiling, barco que fará parte do programa da vela nos Jogos de Tóquio.

A compra de barco está nos planos de Samuca para o próximo ano e também participar de competições internacionais. Ao desfazer a dupla com Isabel Swan, Samuca perdeu a vaga da Equipe Brasileira de 2017 da CBVela, obtida ao vencer a Copa Brasil nesse ano.

– São investimentos que precisarei fazer, conto com o apoio do Crioula Sailing Team, do Veleiros do Sul e Ministério do Esporte, enquanto Bruna conta com o do Time Pernambucano do governo estadual, mas necessitaremos buscar outros apoiadores.

Deixar o calor de Recife para treinar nas águas geladas do Guaíba nessa época do ano não foi problema para Bruna. Ela comenta que já velejou em outros países e está adaptada.

– O pessoal aqui do Veleiros me recebeu muito bem e então sinto-me à vontade, moro no Clube e faço o treinamento físico na academia, já estou me acostumando aqui no Sul.

Chegar até Tóquio será uma busca permanente para atingir metas a cada ano, mas na cultura brasileira gaúchos e pernambucanos sempre foram conhecidos pela proximidade no espírito combativo.

Classe HPE25 disputa Campeonato Brasileiro em Ilhabela

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A Classe HPE 25 se reúne e leva o talento de seus velejadores à Ilhabela (SP), onde será realizado o 13º Campeonato Brasileiro, de 15 a 18 de junho. Há previsão de cerca de 25 embarcações alinhadas nas raias do Canal de São Sebastião, com a sede do evento no Saco da Capela, a 750 metros da Vila, o centro de Ilhabela.

A flotilha nacional de HPE 25 abrange atualmente o expressivo número de 60 barcos, o que ratifica a evolução da classe que estreou em Ilhabela em 2003 e hoje tem competições frequentes, principalmente na própria ilha, Represa Guarapiranga (SP) e Rio de Janeiro, além das atividades em Florianópolis e Salvador. O Campeonato Brasileiro de HPE 25 é disputado anualmente desde 2005 com sede alternada entre Ilhabela e Rio de Janeiro.

O Rio Sail Tech, de Victor Demaison Jr, venceu em 2016 no Rio de Janeiro. Em 2015, em Ilhabela, o título ficou com o Magoo, de Augusto Falletti. Neste ano, exímios conhecedores dos ventos e correntezas da ilha, os tripulantes locais fazem do Ginga um dos favoritos. “Apesar da conquista recente no Paulista, temos de conter o otimismo devido ao elevado nível técnico da flotilha. Nossos concorrentes são fortes e irão muito motivados para a raia”, avalia o comandante do Ginga, Breno Chvaicer.

O Ginga venceu Semana de Vela de Ilhabela na HPE 25 em 2016 e em abril deste ano conquistou o Campeonato Paulista na Represa Guarapiranga. Embalado pelo retrospecto vitorioso, o desafio do Ginga a partir de quinta-feira (15) será a luta pelo tricampeonato brasileiro, após os títulos de 2011 e 2013, ambos em Ilhabela, considerada como o quintal de casa do barco tipicamente caiçara.

Equilíbrio na raia
Apesar da força do Ginga competindo “em casa”, muitos de seus adversários podem ser colocados em condições de igualdade devido ao talento de suas tripulações. Um dos mais experientes velejadores da classe HPE 25, Rique Wanderley, comandará o sempre favorito Bond Girl. “Nas manobras, a maioria das equipes está nivelada, todos estão muito bem treinados. Nós ainda precisamos adquirir um pouco mais de velocidade para pensarmos em um bom resultado no Brasileiro”, considera o timoneiro do Bond Girl.

Wanderley adota o desempenho dos três primeiros colocados no recente Campeonato Paulista para eleger seus favoritos. “Podemos destacar Ginga, Atrevido e Phoenix com chances reais de vencer em Ilhabela. O Fábio Bocciarelli (Atrevido) tem uma equipe muito bem entrosada enquanto o Phoenix conta com as experiências de Eduardo Souza Ramos e Bochecha (André Fonseca)”, opina o velejador paulista.

O Bond Girl já esteve no alto do pódio do Campeonato Brasileiro da classe: foi campeão em 2008, em Búzios (RJ).  O barco ainda soma em sua galeria de vitórias, três títulos da tradicional Semana de Vela de Ilhabela, o último em 2015. “Não vai ser fácil para ninguém. Será um campeonato muito acirrado. A HPE 25 é, sem dúvida, a mais forte e mais disputada entre as classes one design”, conclui o comandante Wanderley.

Campeões Brasileiros da classe HPE 25*
2007 / Ilhabela – Tigre (Marcos Adler – RJ)
2008 / Búzios – Bond Girl (Rique Wanderley – SP)
2009 / Ilhabela – Tigre (Marcos Adler – RJ)
2010 /Angra dos Reis – Max (Bruno Prada – SP)
2011 / Ilhabela – Ginga (Breno Chvaicer – Ilhabela)
2012 / Rio de Janeiro – Atik (Henrique Hadad – RJ)
2013 / Ilhabela – Ginga (Breno Chvaicer – Ilhabela)
2014 / Rio de Janeiro – Relaxa (Haroldo Solberg – RJ)
2015 / Ilhabela – Magoo (Augusto Falletti – SP)
2016 / Rio de Janeiro – Rio Sail Tech (Victor Demaison Jr. – RJ)

*Em 2005 e 2006 houve disputa informal da classe. O Campeonato Brasileiro de HPE 25 teve início oficial em 2007.

Fonte: Assessoria de imprensa
Foto: Marcos Méndez

 

Meninas do Brasil conquistam dois ouros na Copa do Mundo de Vela

Cem por cento de aproveitamento e duas medalhas de ouro na bagagem. É assim que a Equipe Brasileira de Vela volta de Santander, na Espanha, onde acontece até domingo a etapa final da Copa do Mundo da World Sailing. Nas regatas da medalha deste sábado, dia 10, Martine Grael e Kahena Kunze garantiram o terceiro título em três etapas internacionais este ano na classe 49er FX. E Patrícia Freitas conquistou o ouro garantido antecipadamente na RS:X feminina.

“Estamos muito felizes por vencer esta etapa final da Copa do Mundo. Foi uma competição difícil, com todo mudo andando muito próximo. A gente teve um começo difícil na medal race, pois sofremos uma penalidade e tivemos de nos recuperar. A única coisa em que pensávamos é que ainda tínhamos três voltas pela frente e que poderíamos nos recuperar. E foi o que fizemos”, afirmou Martine Grael.

O lindo sábado na baía de Santander coroou um ano até aqui perfeito para Martine e Kahena, que também foram campeãs das duas outras etapas da Copa do Mundo da World Sailing, em Miami (EUA) e Hyères (FRA). As brasileiras chegaram à regata da medalha na primeira colocação geral, mas apenas três pontos à frente das britânicas Charlotte Dobson e Saskia Tidey. As campeãs olímpicas terminaram a prova em quarto lugar, duas posições à frente das adversárias, e conquistaram o ouro com 43 pontos perdidos.

Na RS:X Feminina, Patrícia Freitas disputou a regata da medalha precisando apenas evitar uma desqualificação para conquistar o ouro. Chamada de “imparável” pela mídia local após acumular cinco vitórias em 12 regatas na fase de classificação, velejou com tranquilidade. Chegou em oitavo lugar e assegurou o título com 39 pontos perdidos.

“Um ouro numa final de Copa do Mundo é um resultado excelente, e estou muito feliz! Foi ótimo velejar aqui, as condições do mar estavam incríveis, e foi também um prazer velejar com essas meninas. As regatas tiveram um nível altíssimo, com três medalhistas olímpicas. É muito legal poder vencer em uma flotilha tão competitiva”, avaliou Patrícia, referindo-se à chinesa Chen Peina e à russa Stefania Elfutina (prata e bronze nos Jogos Rio 2016), além da polonesa Zofia Noceti-Klepacka (bronze em Londres 2012).

Classificação Final 49erFX

1º Martine Grael e Kahena Kunze (BRA) – 43 p.p.
2º Charlotte Dobson e Saskia Tidey (GBR) – 50 p.p.
3º Lili Sebesi e Albani Dubois (FRA) – 57 p.p.

Classificação Final RS:X Feminina

1º Patrícia Freitas (BRA) – 39 p.p.
2º Lu Yunxiu (CHI) – 47 p.p.
3º Stefania Elfutina (RUS) – 67 p.p.

Fonte: assessoria