49er: Brasileiros terminam a semana de Kiel no top 20

Terminou no último domingo em Kiel, a tradicional semana de vela olímpica alemã. E as duas duplas brasileiras na classe 49er encerraram sua participação no top 20. Carlos Robles e Marco Grael foram os melhores, na 15ª colocação. A dupla teve como melhor resultado um quarto lugar na quarta regata da fase final. Já Robert Scheidt e Gabriel Borges velejaram melhor na fase classificatória, quando venceram uma regata, terminando na 17ª posição geral. Os vencedores foram os neozelandeses David Gilmour e Joel Turner.  Para ver o resultado completo, clique aqui.

Brasileiros do 49er classificam para a flotilha ouro na semana alemã

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Robert Scheidt e Gabriel Borges iniciam, nesta sexta-feira (23), a disputa da flotilha ouro da Kieler Woche, a tradicional Semana de Vela de Kiel, na Alemanha. E começam a fase semifinal com moral alta, após garantir a sexta colocação na etapa de classificação da classe 49er, que reuniu 69 barcos. Com o descarte do pior resultado em cinco regatas, justamente o 12º lugar da última prova da fase de classificação, Scheidt e Borges ocupam o 6º lugar, com 18 pontos perdidos. A liderança continua com os neozelandeses Josh Porebski e Trent Rippey, com 9 pontos perdidos. A outra dupla brasileira na Alemanha, formada por Carlos Lorente e Marco Grael, está em 17º lugar. Os iatistas do Brasil e Nova Zelândia estão entre os 35 classificados para a flotilha ouro que começa nesta sexta e termina sábado. Continuar lendo “Brasileiros do 49er classificam para a flotilha ouro na semana alemã”

Scheidt e Coveiro participam da Semana de Kiel, na Alemanha

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Após dois meses de preparação na Itália, Robert Scheidt está pronto para mais um desafio na nova fase da carreira. O bicampeão olímpico segue nesta quinta-feira (15) para Kiel, na Alemanha, onde disputará a Kieler Woche, a mais tradicional semana de vela do mundo. A competição tem cerimônia de abertura neste sábado (17), mas o iatista brasileiro coloca seu barco na água para largar na primeira regata somente na quarta-feira (21), quando começa a disputa da classe 49er, na qual forma dupla com o proeiro Gabriel Borges.

Scheidt e Borges treinaram por dois meses no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. “Estamos bem animados, trabalhamos muito para refinar cada vez mais as manobras, que é o principal na 49er, que é um barco que requer muita habilidade e por isso é muito importante passar o maior tempo possível na água. E foi o que fizemos aqui na Itália”, explica o bicampeão olímpico. Continuar lendo “Scheidt e Coveiro participam da Semana de Kiel, na Alemanha”

Samuca Albrecht desfaz dupla com Isabel Swan e passa a velejar com Bruna Martinelli

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A classe Nacra 17 brasileira tem nova dupla com pretensão de estar nos Jogos de Tóquio em 2020. O gaúcho Samuel Albrecht e pernambucana Bruna Martinelli depois de dois meses velejando juntos em Porto Alegre dão início a campanha olímpica. Após a Copa Brasil de Vela realizada em março em Porto Alegre, Samuca e Isabel Swan, nossos representantes na Nacra 17 nos Jogos do Rio 2016, desfizeram a parceria. No lugar da velejadora carioca entrou Bruna, 30 anos, que competia na prancha a vela olímpica e foi campeã sul-americana 2016. Ela veio de muda para o Sul e desde o começo de abril treina no Veleiros do Sul.

Depois de período de adaptação os dois velejadores oficializaram a dupla e a campanha para Tóquio 2020, por enquanto os treinos estão concentrados no Guaíba. Bruna, que competiu na Copa Brasil ainda na classe RS:X e ficou em segundo atrás de Patrícia Freitas, diz que não sentiu dificuldade em velejar na nova classe.

– Comecei na Optimist, passei por outros monotipos, como a Hobie 16, e oceano. Nos últimos tempos me fixei na prancha vela olímpica na qual consegui vários títulos, mas não estou na Equipe Brasileira de Vela 2017. Então resolvi experimentar a Nacra 17. Há muita relação no velejar entre todos os barcos, por isso não estranhei e também minha condição física favorece assumir a proa no Nacra.

Samuca conta que viu na Bruna um biótipo certo para velejar no barco. “Eu fiz o convite e ela topou esse desafio”.

– Nós estamos no início da campanha e começamos a definir nossos objetivos. Nesse ano queremos correr a Copa Brasil em dezembro em Ilhabela e o Sul-americano da classe que ainda não está com data marcada. Nós vamos treinar muito em Porto Alegre. Em 2018 queremos velejar no novo Nacra 17 foiling, barco que fará parte do programa da vela nos Jogos de Tóquio.

A compra de barco está nos planos de Samuca para o próximo ano e também participar de competições internacionais. Ao desfazer a dupla com Isabel Swan, Samuca perdeu a vaga da Equipe Brasileira de 2017 da CBVela, obtida ao vencer a Copa Brasil nesse ano.

– São investimentos que precisarei fazer, conto com o apoio do Crioula Sailing Team, do Veleiros do Sul e Ministério do Esporte, enquanto Bruna conta com o do Time Pernambucano do governo estadual, mas necessitaremos buscar outros apoiadores.

Deixar o calor de Recife para treinar nas águas geladas do Guaíba nessa época do ano não foi problema para Bruna. Ela comenta que já velejou em outros países e está adaptada.

– O pessoal aqui do Veleiros me recebeu muito bem e então sinto-me à vontade, moro no Clube e faço o treinamento físico na academia, já estou me acostumando aqui no Sul.

Chegar até Tóquio será uma busca permanente para atingir metas a cada ano, mas na cultura brasileira gaúchos e pernambucanos sempre foram conhecidos pela proximidade no espírito combativo.

COI confirma 10 classes para Tóquio 2020, mas diminui número de atletas

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O Comitê Olímpico Internacional anunciou na semana passada que as dez classes que fizeram parte do programa olímpico da Rio 2016 serão mantidas para Tóquio 2020. No entanto, o número de atletas será reduzido, passando de 380 para 350. A ideia é que o número de homens e mulheres fique mais parecido. No Rio participaram da competição 217 homens e 163 mulheres.

“Reduzir o número de velejadores é desapontador. Esta redução vai impactar no desenvolvimento da vela olímpica e agora teremos que rever as cotas para 2020 e o impacto no nosso programa e iremos discutir este problema com o COI nos próximos dias”, disse Kim Andersen, presidente da World Sailing.

Farão parte do programa de Tóquio as seguintes classes:

49er (masculino)
49erFX (feminino)
Laser Standard (masculino)
Laser Radial (feminino)
RS:X (masculino e feminino)
Nacra 17 (misto)
Finn (masculino)
470 (masculino e feminino)

Meninas do Brasil conquistam dois ouros na Copa do Mundo de Vela

Cem por cento de aproveitamento e duas medalhas de ouro na bagagem. É assim que a Equipe Brasileira de Vela volta de Santander, na Espanha, onde acontece até domingo a etapa final da Copa do Mundo da World Sailing. Nas regatas da medalha deste sábado, dia 10, Martine Grael e Kahena Kunze garantiram o terceiro título em três etapas internacionais este ano na classe 49er FX. E Patrícia Freitas conquistou o ouro garantido antecipadamente na RS:X feminina.

“Estamos muito felizes por vencer esta etapa final da Copa do Mundo. Foi uma competição difícil, com todo mudo andando muito próximo. A gente teve um começo difícil na medal race, pois sofremos uma penalidade e tivemos de nos recuperar. A única coisa em que pensávamos é que ainda tínhamos três voltas pela frente e que poderíamos nos recuperar. E foi o que fizemos”, afirmou Martine Grael.

O lindo sábado na baía de Santander coroou um ano até aqui perfeito para Martine e Kahena, que também foram campeãs das duas outras etapas da Copa do Mundo da World Sailing, em Miami (EUA) e Hyères (FRA). As brasileiras chegaram à regata da medalha na primeira colocação geral, mas apenas três pontos à frente das britânicas Charlotte Dobson e Saskia Tidey. As campeãs olímpicas terminaram a prova em quarto lugar, duas posições à frente das adversárias, e conquistaram o ouro com 43 pontos perdidos.

Na RS:X Feminina, Patrícia Freitas disputou a regata da medalha precisando apenas evitar uma desqualificação para conquistar o ouro. Chamada de “imparável” pela mídia local após acumular cinco vitórias em 12 regatas na fase de classificação, velejou com tranquilidade. Chegou em oitavo lugar e assegurou o título com 39 pontos perdidos.

“Um ouro numa final de Copa do Mundo é um resultado excelente, e estou muito feliz! Foi ótimo velejar aqui, as condições do mar estavam incríveis, e foi também um prazer velejar com essas meninas. As regatas tiveram um nível altíssimo, com três medalhistas olímpicas. É muito legal poder vencer em uma flotilha tão competitiva”, avaliou Patrícia, referindo-se à chinesa Chen Peina e à russa Stefania Elfutina (prata e bronze nos Jogos Rio 2016), além da polonesa Zofia Noceti-Klepacka (bronze em Londres 2012).

Classificação Final 49erFX

1º Martine Grael e Kahena Kunze (BRA) – 43 p.p.
2º Charlotte Dobson e Saskia Tidey (GBR) – 50 p.p.
3º Lili Sebesi e Albani Dubois (FRA) – 57 p.p.

Classificação Final RS:X Feminina

1º Patrícia Freitas (BRA) – 39 p.p.
2º Lu Yunxiu (CHI) – 47 p.p.
3º Stefania Elfutina (RUS) – 67 p.p.

Fonte: assessoria

Meninas do Brasil seguem na ponta da Final da Copa do Mundo de Vela

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Mais dois dias regatas em Santander, na Espanha, e mais dois dias de Brasil na liderança. Patrícia Freitas, da classe RS:X, abriu seis pontos de vantagem sobre a chinesa Lijia Xu, velejadora chinesa campeã olímpica em Londres e bronze em Pequim. Nove regatas já foram disputadas e ainda restam três para a fase classificatória, mais a medal race.

Na 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze também lideram, mas com apenas um ponto de vantagem. As campeãs olímpicas na Rio 2016 foram obrigadas a descartar um 16º lugar, após uma largada escapada na sexta regata da série. Ainda faltam três para o final da fase classificatória, mais a medal race.

Para ver os resultados completos, clique aqui.

Brasileiras lideram Copa do Mundo de Vela após dois dias

 

Começou nesta terça-feira em Santander, na Espanha, a última etapa da Copa do Mundo de Vela. Representado apenas por mulheres, o Brasil fez uma excelente estreia na busca de mais um título e lidera em duas classes após dois dias. Depois de seis regatas, Patricia Freitas é a líder na classe RS:X. Martine Grael e Kahena Kunze, que começaram na terceira colocação, já se recuperaram e aparecem no topo da súmula na 49erFX após quatro regatas.

O resultado completo pode ser visto aqui: http://bit.ly/2s3MnX5

Na Espanha, meninas do Brasil disputam final da Copa do Mundo de Vela

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Com as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze vivendo um ano até aqui perfeito na classe 49er FX, e Patrícia Freitas em alta na RS:X, a Equipe Brasileira de Vela está em Santander, na Espanha, para a disputa da Final da Copa do Mundo da World Sailing. A abertura do evento será neste domingo, dia 4, com medições dos barcos. As primeiras regatas estão marcadas para terça-feira, dia 6, a partir de 7h (de Brasília).

Martine e Kahena chegam à Espanha no embalo de dois ouros nas duas etapas que disputaram da Copa do Mundo em 2017. As campeãs olímpicas venceram em Miami (EUA) e Hyères (França).  A regata de medalha da classe 49er FX está prevista para o sábado, dia 10.

Já Patrícia Freitas vem numa sequência de duas campanhas sólidas, sempre no top 5. Na etapa anterior da Copa do Mundo, na França, venceu a regata de medalha, ficando com a quinta colocação geral. No Campeonato Europeu, realizado também na França, repetiu a quinta posição. A disputa decisiva da RS:X em Santander também está prevista para o sábado, dia 10.

“Minha expectativa é fazer um bom campeonato na sequência dos que fiz recentemente. Fiquei feliz com meus resultados no Europeu e na Copa do Mundo da França, espero evoluir em Santander”, afirma Patrícia.

A Final da Copa do Mundo contará com mais de 250 velejadores de 43 países, com disputas nas dez classes olímpicas, além do kitesurfe.

Martine Grael concorre ao prêmio de velejadora do mês da Seahorse Magazine

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Que Martine Grael é uma das melhores velejadoras do mundo, ninguém duvida. Medalha de ouro na Rio 2016, melhor velejadora do mundo em 2014 e eleita pelo COB Atleta do ano também em 2014. Agora ela concorre ao prêmio de Velejadora do Mês da revista Seahorse, uma das mais conceituadas publicações de vela do mundo. O outro concorrente é o neozelandês Conrad Colman, que disputou a Vendée Globe. O voto é aberto ao público. Para dar mais este prêmio à Martine, clique aqui.