Scheidt e Coveiro participam da Semana de Kiel, na Alemanha

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Após dois meses de preparação na Itália, Robert Scheidt está pronto para mais um desafio na nova fase da carreira. O bicampeão olímpico segue nesta quinta-feira (15) para Kiel, na Alemanha, onde disputará a Kieler Woche, a mais tradicional semana de vela do mundo. A competição tem cerimônia de abertura neste sábado (17), mas o iatista brasileiro coloca seu barco na água para largar na primeira regata somente na quarta-feira (21), quando começa a disputa da classe 49er, na qual forma dupla com o proeiro Gabriel Borges.

Scheidt e Borges treinaram por dois meses no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. “Estamos bem animados, trabalhamos muito para refinar cada vez mais as manobras, que é o principal na 49er, que é um barco que requer muita habilidade e por isso é muito importante passar o maior tempo possível na água. E foi o que fizemos aqui na Itália”, explica o bicampeão olímpico. Continuar lendo “Scheidt e Coveiro participam da Semana de Kiel, na Alemanha”

Brasileiros disputam três medalhas no Princesa Sofia

A Equipe Brasileira de Vela garantiu lugar em três regatas da medalha no tradicional Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha. Nesta sexta-feira (dia 31), os velejadores do Brasil encerraram a participação na fase classificatória com Geison Mendes e Gustavo Thiesen em oitavo na 470 masculino; João Bulhões e Gabriela Nicolino na nona colocação na Nacra 17; e, na última prova da 49er, Carlos Robles e Marco Grael se garantiram no top 10 e avançaram na décima posição. A disputa por medalhas na Baía de Palma será neste sábado (dia 1), a partir das 5h de Brasília (10h no horário local).

Feliz com a vaga na Medal Race após uma semana de resultados consistentes, Geison Mendes falou sobre o novo formato da disputa na 470, em que apenas os oito melhores avançam para a disputa final. Continuar lendo “Brasileiros disputam três medalhas no Princesa Sofia”

Princesa Sofia: Com novo formato, classe Finn chega ao final da primeira fase

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Após três dias de regatas, a classe Finn já tem os dois primeiros finalistas do Trofeo Princesa Sofía, que está sendo disputado em Palma de Maiorca. Alican Kaynar, da Turquia, e Deniss Karpak, da Estônia, encerraram a primeira fase na primeira e segunda colocação respectivamente e passam direto para a fase final, que será disputada no sábado. Jorginho Zarif, que terminou o dia na 10ª colocação, passa para a primeira semi-final, com uma regata única, a ser disputada amanhã. Os terceiro, quarto e quinto colocados desta quinta-feira avançam para a segunda semi-final, que terá oito barcos (os três mais os cinco melhores da primeira semi-final.

Enquanto isso, com nove regatas disputadas, Geison Mendes e Gustavo Thiesen aparecem na 6ª colocação da classe 470 já na flotilha ouro. Eles têm mais três regatas pela frente antes da disputa da Grande Final, que terá a participação das oito melhores duplas.

Na Nacra 17, João Bulhões e Gabi Nicolino estão na 7ª colocação com 12 regatas disputadas. Ainda faltam mais três para definir quais serão as dez duplas que disputarão a medal race no sábado.

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Martine e Kahena competem contra os homens na Copa Brasil de Vela

IV Copa Brasil de Vela

Os bons ventos da vela começaram a soprar nesta segunda-feira em Porto Alegre. Foi o primeiro dia de regatas da IV Copa Brasil de Vela e da II Copa Brasil de Vela Jovem, que estão sendo realizadas no Guaíba, com sede dividida entre o Clubes dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. Neste dia de estreia, destaque para a participação das velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze na raia entre os homens, na disputa da classe 49er. As campeãs olímpicas da 49erFX venceram uma das duas regatas disputadas e estão em segundo lugar na classificação, com quatro pontos perdidos.

“Toda competição é válida, e competir com os homens é um desafio maior. Hoje, demos um jeito de acertar todos os detalhes para ganhar alguma vantagem caso o vento aumentasse. E isso deu certo”, explicou Martine, que topou o desafio de correr ao lado de Kahena de 49er pela falta de um número suficiente de adversárias na 49erFX. As embarcações das duas classes são iguais, mas o mastro e a vela são maiores na 49er. Continuar lendo “Martine e Kahena competem contra os homens na Copa Brasil de Vela”

Scheidt e Coveiro seguem evoluindo em nova classe olímpica

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Robert Scheidt continua em processo de franca evolução na classe 49er. Nesta quinta-feira (26), terceiro dia de competições da etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos, ele saltou da 18a. para a 16a. posição na classificação geral. Nesta sexta-feira (27), o bicampeão olímpico volta ao mar para mais três regatas ao lado do proeiro Gabriel Borges, e vai em busca de um lugar na medal race, neste sábado (28), com as 10 duplas mais bem posicionadas.

Aos 43 anos, Robert está em busca experiência nessa nova etapa da carreira, em que decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo. E está fazendo um bom trabalho. Nas disputas desta quinta-feira, voltou a velejar bem e conseguiu terminar em 6º, 18º e 9º lugares.

Curiosamente, as posições da dupla brasileira repetiram os resultados das três regatas na terça-feira e agora a dupla Scheidt/Borges ocupa a 16a. posição, com 103 pontos perdidos, considerando um descarte. A liderança continua com os britânico Dylan Fletcher-Scott e Stuart Bithell, com 14 pontos perdidos. No total, a classe 49er conta com 26 barcos na disputa de 12 regatas em Miami, mais a medal race.

Scheidt segue cada dia mais satisfeito com a evolução do desempenho na classe 49er. “Velejamos bem novamente e perceber que estamos ganhando mais entrosamento e desenvolvendo melhor a velejada é muito gratificante. Mas sabemos que este é o primeiro passo de uma longa caminhada e seguimos tranquilos dentro do nosso objetivo, que é ganhar experiência. Porém, estamos na briga e vamos lutar pela medal race até as últimas forças”, afirmou o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos. Após a World Cup, a dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

Grael/Kunze estreiam na liderança da Copa do Mundo de Miami

Foto: Sailing Energy

A Copa do Mundo de Vela começou sua edição 2017 em Miami, nos Estados Unidos. Martine Grael e Kahena Kunze lideram a classe 49erFX com dois pontos perdidos após três regatas e um descarte. Jorginho Zarif também fez uma boa estreia, somando cinco pontos para aparecer na segunda colocação da classe Finn após duas regatas. Henrique Haddad e Breno Abduklech aparecem em quarto na classe 470 também após duas regatas.

A competição marca a estreia da dupla Robert Scheidt e Gabriel Borges em eventos do Circuito Mundial da Federação Internacional. Os dois terminaram o primeiro dia em 22º lugar entre 26 barcos. Nesta quarta-feira (25), a dupla brasileira volta para o mar em busca de mais entrosamento e experiência nessa nova etapa da carreira para Scheidt, que, aos 43 anos, decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

Scheidt/Borges foram melhorando a cada disputa. Abriram a competição com um 23º lugar. Na segunda prova os brasileiros subiram para 19º e encarraram sua participação na etapa inicial com a 18º posição na última corrida da programação. Com esses resultados, têm 60 pontos perdidos para figurar em 22º. A liderança está com os franceses Lucas Rual e Emile Amoros, com 20 pontos perdidos. No total, a classe 49er terá 12 regatas em Miami, mais a medal race, programada para ser disputada no sábado (28).

Robert analisou o primeiro dia em Miami. “Em termos de resultados, foi um dia ruim. Apesar de largadas relativamente boas, não conseguimos velejar bem com o vento. Na última regata, até estávamos em quarto lugar, mas erramos um pouco na estratégia do popa e muitos barcos passaram. Mas enfim, a cada dia na água, a cada disputa, estamos evoluindo. Certamente dá para velejar melhor do que hoje (ontem) e vamos com tudo para melhorar isso”, disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos.

Scheidt entra na disputa da classe 49er na Copa do Mundo confiante após a experiência na Mid Winters. “Foi ótimo ter feito essa competição para ganhar ritmo, ver como são as largadas, a dinâmica da flotilha e a tática da regata, que é muito diferente do que eu estou acostumado. O mais importante é que sentimos ter melhorado a cada dia”, afirmou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios. Após a World Cup, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

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Scheidt supera problemas no segundo dia em Miami; Martine e Kahena continuam na liderança

Scheidt e Gabriel Foto: Divulgação
Scheidt e Gabriel Foto: Divulgação

Após um sábado marcado por sucessivas quebras no barco, Robert Scheidt considera que sua estreia na classe 49er aconteceu realmente neste domingo (15), no segundo dia do Miami Mid Winters, quando conseguiu completar todas as regatas. O bicampeão olímpico veleja ao lado do proeiro Gabriel Borges e usa a competição disputada no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos, como preparação para a etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro.

Sem enfrentar problemas com o equipamento, Scheidt e Borges começam a demonstrar entrosamento e evolução. O melhor resultado da dupla foi um 4º lugar, na segunda corrida do dia. Nas demais, cruzaram a linha de chegada em 9º, 7º e 12º. Com os resultados, os brasileiros ocupam a 12º colocação na classificação geral, com 97 pontos perdidos. A liderança é de Diego Botin/Santi López, com 24 pontos. No total, 17 barcos estão na disputa da classe 49er no Miami Mid Winters.

“O domingo foi um dia um pouco melhor, pelo menos conseguimos velejar sem nenhuma quebra no barco. Estamos evoluindo aos poucos e a participação no Mid Winters está sendo bem produtiva. Na verdade, o primeiro dia foi hoje (domingo), porque as quebras nos prejudicaram muito na estreia. Hoje teremos mais duas regatas, depois vamos descansar dois dias para recuperar as energias e recomeçar os treinos para a World Cup”, disse Robert, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Mesmo sem quebras no barco inteiro, o segundo dia de competição em Miami não passou sem problemas. “Como tenho dito, estamos em fase de adaptação, especialmente para mim, que nunca havia corrido de 49er. Um exemplo disso aconteceu na quarta e última regata de domingo, quando viramos e acabamos perdendo algumas posições. Mas acredito que isso está dentro da curva de aprendizado”, completou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios em seis participações nos Jogos.

Já Martine Grael e Kahena Kunze, atuais campeãs olímpicas da 49erFX, continuam liderando a competição com 10 pontos perdidos. Oito regatas já foram disputadas na classe feminina e o pior resultados das brasileiros foi um 3º lugar que já entrou como descarte da dupla. A classe está reunindo 10 duplas femininas no City of Miami Regatta Park.

Scheidt e Coveiro têm problema na estreia da 49er; Grael e Kunze lideram

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A estreia de Robert Scheidt na classe 49er foi marcada por muitas dificuldades técnicas no equipamento. Em função de quebras no barco, o bicampeão olímpico e o proeiro Gabriel Borges conseguiram completar apenas um das cinco regatas do primeiro dia do Miami Mid Winters, neste sábado (14), no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos. Robert entrou na disputa como preparação para a etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro, e os problemas não desanimam o maior medalhista olímpico do Brasil.

“Infelizmente aconteceram algumas quebras no barco. Quebrou a adriça da vela balão (cabo para içar a vela) na primeira regata e não conseguimos consertar a tempo para as duas primeiras provas. Com isso, voltamos para correr a terceira regata, mas na quarta quebrou outro componente e tivemos que voltar para o clube. Então, não foi um dia bom, porque das cinco regatas, conseguimos completar apenas uma. Estamos trabalhamos para consertar tudo e velejar neste (domingo, 15). Foi um primeiro dia um pouco frustrante, mas o importante é que temos tempo para nos preparar bem para a Copa do Mundo”, disse Robert, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Robert Scheidt e Gabriel Borges chegaram em 11º lugar na terceira regata desta sábado, em Miami. Como não conseguiram pontuação nas outras quatro corridas, ocupam a 12º posição na classificação geral, com 83 pontos perdidos. A liderança é da dupla Diego Botin/Santi López, com 18 pontos. No total, 17 barcos estão na disputa da classe 49er no Miami Mid Winters.

Já a dupla de ouro na Rio 2016 Martine Grael e Kahena Kunze segue mostrando que a medalha foi mais do que merecida e lidera a 49er FX, com dois primeiros e dois segundos lugares.

Novo desafio – Após o quarto lugar nos Jogos do Rio de Janeiro, Robert decidiu, aos 43 anos, encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no mundo do iatismo. Após a Mid Winter e a Copa do Mundo, ambas em Miami, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

O desafio na 49er abre a possibilidade de um novo ciclo olímpico até os Jogos de Tóquio. “Sempre imaginei que a Rio/2016 fosse a minha última Olimpíada. Eu estava sem definição do que iria fazer quando o Gabriel me ligou perguntando se eu gostaria de testar o 49er. E pensei: ‘Por que não tentar uma categoria nova?’ Ainda tenho lenha para queimar e essa é uma nova motivação. Vamos em frente e deixar as coisas acontecerem até decidirmos se essa empreitada pode se transformar em ciclo olímpico”, contou o maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos, com cinco pódios.

O recomeço no iatismo é encarado com tranquilidade. “Vejo o 49er como um barco interessante e a ideia é velejar sem compromisso nenhum. Por enquanto, quero aproveitar o privilégio de fazer o que gosto, sem ambição de ser medalhista olímpico de novo. Até porque tenho uma montanha enorme na minha frente. Não tenho background nesse barco. E você toma muita surra no início. Mas estou gostando e o Gabriel é um excelente proeiro (ele fez dupla com Marco Grael no Rio-2016 e terminou em 11º lugar). O tempo vai mostrar até que nível podemos chegar e o próximo ano é decisivo”, afirma Robert.

Sem descanso – Os treinos na nova categoria começaram em novembro do ano passado, na Itália, mais especificamente no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. A rotina tem sido exigido muito esforço físico. “As exigências na 49er são diferentes em relação às minhas experiências anteriores. Na Laser, por exemplo, o trabalho é de resistência e alguma força. Agora, as pernas são muito exigidas, pois só se veleja em pé. É preciso velocidade para cruzar o barco. Você apanha muito no começo, mas estou gostando”, conta Robert, que convive com tombos, arranhões e apresenta os joelhos constantemente ‘ralados’.

Após Ri0 2016, Scheidt, Martine e Kahena voltam a competir

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Para os velejadores Robert Scheidt, Martine Grael e Kahena Kunze, o ciclo que leva a Tóquio 2020 começa nos Estados Unidos. A partir deste sábado, dia 14, os três medalhistas olímpicos do Brasil competem pela primeira vez após os Jogos Rio 2016, no Miami Mid Winters, que tem como sede o City of Miami Regatta Park.

Esta será a primeira competição de Robert Scheidt na classe 49er. Com cinco medalhas olímpicas no currículo — dois ouros na Laser (Atlanta-1996 e Atenas-2004), duas pratas (na Laser em Sydney-2000, e na Star em Pequim-2008) e um bronze (na Star em Londres-2012) —, o velejador vai fazer sua estreia oficial ao lado do proeiro Gabriel Borges. O Mid Winters vai até o dia 16 e terá disputas nas classes Nacra 17, 49er e 49er FX. O evento serve de preparação para a etapa de Miami da Copa do Mundo da World Saling (Federação Internacional de Vela), que começa no dia 22, no mesmo local.

“Nossa ideia é competir como uma regata de treino para a World Cup. Vai ser nossa primeira regata de 49er. Não dá para esperar muito em termos de resultado. É uma oportunidade ótima de ver como é a competição, sentir as dificuldades para tentar melhorar para depois”, afirmou Scheidt.

Já Martine Grael e Kahena Kunze vão competir pela primeira vez após a conquista do ouro nos Jogos Rio 2016 na classe 49er FX. A dupla já tem um histórico de medalhas no Mid Winters, com um ouro em 2015 e um bronze em 2016.

“Estamos bem animadas para esse recomeço. Vai ser muito legal voltar às regatas e reencontrar o Javier Torres, que foi nosso técnico no ciclo olímpico e agora está aqui ajudando as equipes brasileiras de 49er”, disse Martine Grael.

Mais informações sobre o Mid Winters: http://www.regattanetwork.com/event/13682

Scheidt e Maguila conquistam o bronze na final da Star Sailors League

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Scheidt e Maguila venceram a regata das quartas de final, chegaram em segundo na semi e conquistaram o bronze na prova decisiva, garantindo assim, o pódio na Star Sailors League Finals (SSL) nas Bahamas. Mendelblat e Fatih (EUA) sagraram-se bicampeões (2014 e 2016), enquanto os franceses Rohart e Ponsot ficaram com a medalha de prata. As regatas deste sábado (3) foram disputadas com vento nordeste entre 12 e 14 nós na Baía de Montagu.

A eliminação de três tripulações a cada regata garantiu a emoção nas quartas de final e semifinal disputadas respectivamente por oito e seis barcos. A final reuniu quatro duplas: os vencedores da primeira fase, Negri e Lambertenghi (ITA), juntaram-se aos três primeiros da semifinal, os timoneiros Scheidt, Rohart e Mendelblat. Os italianos dominaram a fase de classificação e mais uma vez acabaram em quarto lugar, a exemplo de 2013 em Nassau e do SSL City Grand Slam de Hamburgo (ALE) deste ano. Continuar lendo “Scheidt e Maguila conquistam o bronze na final da Star Sailors League”