Torben Grael é eleito vice-presidente da Federação Internacional World Sailing

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Um dos maiores medalhistas olímpicos do esporte brasileiro, Torben Grael foi eleito neste domingo, dia 13, para o cargo de vice-presidente da Federação Internacional de Vela (World Sailing), na Assembleia Geral da entidade, realizada em Barcelona, na Espanha. Num marco emblemático para a vela brasileira, Torben ocupará o posto pelos próximos quatro anos.

“É uma honra para mim ser escolhido para uma função tão importante no meu esporte. Espero poder contribuir da melhor forma para o desenvolvimento da vela. Temos um desafio pela frente, de fortalecer a modalidade e engajar cada vez mais praticantes e fãs. Não apenas no que se refere às classes olímpicas, mas à vela como um todo”, afirmou.

Aos 56 anos, Torben Grael acumula no currículo títulos impressionantes. Já conquistou cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouro (Atlanta-1996 e Atenas-2004, na classe Star), uma de prata (Los Angeles-1984, na Soling) e duas de bronze (Seul-1988 e Sydney-2000, na Star). Em 2015, tornou-se o primeiro brasileiro indicado para o Hall da Fama da World Sailing.

Em Mundiais, Torben é dono de seis títulos. Além disso, na Volvo Ocean Race, a famosa regata de volta ao mundo, levou o Brasil ao terceiro lugar na edição 2005-2006 com o barco Brasil 1. Na competição seguinte, em 2008-2009, foi o comandante do veleiro campeão, o sueco Ericsson 4. Para completar, é Coordenador Técnico da Equipe Brasileira de Vela.

Presente à Assembleia Geral da World Sailing como representante do Brasil, o presidente da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Marco Aurélio de Sá Ribeiro, exaltou a importância da eleição de Torben Grael.

“Não consigo imaginar um nome melhor para representar o nosso país dentro da Federação Internacional. Como velejador, o Torben conquistou tudo o que poderia, seja em classes olímpicas, não olímpicas e vela oceânica. Com toda a experiência e o conhecimento que ele tem, com certeza vai contribuir muito para o desenvolvimento do nosso esporte”, disse o presidente Marco Aurélio.

A Assembleia Geral, que teve a participação de representantes de 99 países, também elegeu o novo presidente da Federação Internacional de Vela neste dia 13. O dinamarquês Kim Andersen vai comandar a modalidade no ciclo olímpico dos Jogos de Tóquio 2020. Além de Torben Grael, a Federação também terá outros seis vice-presidentes, eleitos neste domingo: Jan Dawson (Nova Zelândia), Gary Jobson (Estados Unidos), Quanhai Li (China), W Scott Perry (Uruguai), Ana Sanchez (Espanha) e Nadine Stegenwalner (Alemanha).

Brasileiros confirmam participação na final da Star Sailors League

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Ganhador de cinco medalhas olímpicas, uma Regata Volvo Volta ao Mundo e uma Louis Vuitton Cup além de outros títulos, Torben Grael confirmou presença entre as 25 privilegiadas tripulações classificadas para a Star Sailors League (SSL) Finals entre 27/11 e 03/12, com sede no Nassau Yacht Club (NYC). O consagrado velejador brasileiro terá como proeiro o experiente Guilherme de Almeida (Madá). A dupla obteve o quinto lugar na Tradicional Bacardi Cup no primeiro semestre, em Miami, entre 70 barcos da Star.

Torben ocupa o oitavo lugar no ranking da SSL dos timoneiros, enquanto Madá é o 14º colocado entre os proeiros. Na SSL, a melhor posição de ambos foi o sétimo lugar no Lake Grand Slam da Suíça em 2015. Os 12 velejadores mais bem classificados nos rankings da SSL têm vaga assegurada nas Bahamas, os demais são convidados por critério técnico, reunindo principalmente medalhistas olímpicos e campeões mundiais, não apenas da classe Star.

“Acho ótimo que a SSL consiga atrair velejadores além de staristas. É fundamental para a classe não focar apenas nos adeptos da Star e ampliar os eventos para os demais amantes da vela. A SSL é uma liga de credibilidade e que merece nosso respeito. É um embrião para que um dia tenhamos uma ATP na vela, a exemplo do tênis, com a perspectiva de superarmos paradigmas que hoje interferem na evolução da modalidade”, analisa Torben sobre a entidade que distribuirá U$ 200.000 em prêmios em Nassau.

O bicampeão olímpico de Star conquistou recentemente o título brasileiro da classe ao lado de Arthur Lopes (Tutu), que inclusive irá às Bahamas para iniciar os treinos com Torben porque Madá chegará apenas às vésperas do campeonato. “Eu e Madá estamos correndo uma regata aqui e outra ali, mas iremos a Nassau para fazer o melhor possível. O objetivo é chegar às regatas eliminatórias, onde tudo pode acontecer”, relata o velejador de Niterói. Em maio deste ano, Torben foi o sexto colocado no inédito SSL City Grand Slam em Hamburgo (ALE) ao lado do italiano Stefano Lillia.

Favoritismo brasileiro – Os líderes dos rankings da SSL como o timoneiro Diego Negri (ITA) e o proeiro Bruno Prada (BRA) também estão confirmados no evento final de 2016 com seus respectivos parceiros e compatriotas Sergio Lambertenghi e Jorge Zarif . Torben Grael, porém, não hesita em apontar o favorito, em sua opinião. “Robert Scheidt vem no ritmo de uma campanha olímpica de Laser, mas se sente muito a vontade na Star. E ainda vai correr com o Maguila (Henry Boening), um dos melhores proeiros do mundo”, justifica Torben.

Após a conquista da medalha de ouro pela filha Martine e por Kahena Kunze nos Jogos Rio 2016 na classe 49erFX, o coordenador técnico da CBVela viveu nova emoção em sua vida diante da frieza das campeãs olímpicas. “Os resultados do Brasil na Olimpíada foram excelentes, particularmente para mim, como técnico e como pai. Tivemos também os quartos lugares do Robert (Laser) e do Jorginho (Finn). É para se comemorar”, enaltece o pai e treinador Torben Grael, também candidato a vice-presidente da World Sailing na chapa do dinamarquês Kim Andersen.

Confira a lista de inscritos (timoneiro/proeiro):

1 George Szabo USA Edoardo Natucci ITA
2 Diego Negri ITA Sergio Lambertenghi ITA
3 Xavier Rohart FRA Pierre-Alexis Ponsot FRA
4 Augie Diaz USA Arnis Baltins USA
5 Mateusz Kusznierewicz POL Dominik Zycki POL
6 Johannes Polgar GER Markus Koy GER
7 Torben Grael BRA Guilherme de Almeida BRA
8 Robert Stanjek GER Frithjof Kleen GER
9 Hubert Merkelbach GER Claus Olesen DEN
10 Paul Cayard USA Josh Revkin USA
11 Jochen Schümann GER Ingo Borkowski GER
12 Caleb Paine USA Ian Coleman USA
13 Vasilij Zbogar SLO Zsombor Bercez HUN
14 Sime Fantela CRO Antonio Arapovic CRO
15 Tonci Stipanovic CRO Ante Sitic CRO
16 Tom Burton AUS Andrew Palfrey AUS
17 Jonas Høgh-Christensen DEN Steve Milne GBR
18 Sam Meech NZL Craig Monk NZL
19 Robert Scheidt BRA Henry Boening BRA
20 Mark Mendelblatt USA Brian Fatih USA
21 Eric Monnin SUI Pascal Rambeau FRA
22 Facundo Olezza ARG Frederico Melo POR
23 Jorge Zarif BRA Bruno Prada BRA
24 Nick Thompson GBR Steve Mitchell GBR
25 Taylor Canfield ISV Mark Strube USA

Proeiros brasileiros dão o tom à Final da Star Sailors League

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A tradição e a força da vela brasileira têm elevado ainda mais o nível das competições organizadas pela já consolidade Star Sailors League (SSL), idealizada há pouco mais de três anos pelos próprios velejadores de Star. No final deste ano os brasileiros levarão seu talento às Bahamas para a quarta edição da SSL Finals, de 27 de novembro a 3 de dezembro. Os proeiros contribuirão de forma efetiva para impulsionar os barcos do País entre a flotilha de 25 tripulações.

Com premiação total de U$ 200.000, o evento contará com Henry Boening, o Maguila, na proa de Robert Scheidt, com Guilherme de Almeida, o Madá, ao lado de Torben Grael, além do tetracampeão mundial e líder no ranking da SSL, Bruno Prada. O Brasil ainda poderá ter mais dois proeiros consagrados em Nassau. O atual campeão sul-americano Samuel Gonçalves, o Samuca, e o campeão brasileiro de Star, Arthur Lopes, o Tutu.

Como líder do ranking dos proeiros, Bruno tem o privilégio de decidir com qual timoneiro quer velejar. O medalhista olímpico justifica a escolha por Jorge Zarif, parceiro do Yacht Club Paulista (YCP). “O talento do Jorginho é indiscutível e ainda teremos um mês pela frente para uma boa preparação. Neste ano estou muito mais leve, cerca de 100 quilos, e terei a oportunidade de formar tripulação com peso máximo de 200 quilos em um lugar onde os ventos são fortes. Vai contribuir para o desempenho”.

Bruno relata também, a condição privilegiada que a competição deste ano adquiriu após os Jogos Rio 2016. “A SSL Finals vai reunir o maior número de medalhistas olímpicos e campeões mundiais da história da vela. Será uma grande honra velejar em um local incrível com formato de regatas classificatórias e eliminatórias, o que garante a emoção das grandes batalhas do esporte. Teremos todos os ingredientes de um evento épico: ídolos, tradição e entretenimento”.

Motivação especial para Maguila – O proeiro de Niterói (RJ) conquistou recentemente o Hemisfério Oriental de Star, ao lado do norte-americano Augie Diaz, na Croácia e ocupa a 12ª posição no ranking dos proeiros da SSL. “Recebi o convite do Robert (Scheidt) e estou muito honrado. Formar dupla com quem já foi campeão da SSL Finals nos coloca entre os favoritos. Nosso objetivo é chegar às regatas eliminatórias porque a partir das quartas de final todos têm chances”, afirma Maguila, quarto colocado em 2014 com Jorge Zarif.

Maguila tem treinado no Rio de Janeiro e pretende estar preparado para qualquer condição a ser enfrentada no Caribe. “A tendência é de ventos fortes na raia próxima ao Nassau Yacht Club (NYC), o que me agrada muito. Para o público que acompanha a transmissão ao vivo pela internet as regatas tornam-se ainda mais emocionantes. Porém em 2015, predominou o vento fraco e como não podemos escolher, precisamos nos prevenir”, considera o proeiro de Scheidt.

Ao contrário de Maguila, o proeiro de Torben, Guilherme de Almeida, se pudesse escolheria ventos mais fracos. “Se ventar forte será difícil ganhar do Robert e da molecada que correu de Laser nos Jogos Olímpicos do Rio, mas se o vento estiver mais fraco poderemos chegar na frente”, deseja Madá, sétimo colocado com Torben no Lake Grand Slam da SSL em 2015 na Suíça e pela segunda vez na final das Bahamas.

Diante das necessidades de Madá em sua clínica dermatológica “Dr. Guilherme de Almeida”, em São Paulo, Torben tem velejado com Arthur Lopes, com quem venceu o Brasileiro de Star há um mês em Cabo Frio (RJ). “Torben e Tutu vão chegar a Nassau com uma semana de antecedência para treinar e ajustar o barco. Vamos correr com um barco italiano novo, modelo Lillia, com as mesmas velas utilizadas quando ficamos em quinto lugar da Bacardi Cup, em Miami. Estou otimista com mais uma disputa pela SSL, uma garantia para o futuro da classe Star”, exalta o médico e velejador.

Duas duplas da vela jovem recebem barco das mãos de medalhistas olímpicos Scheidt, Grael e Kunze

Duas duplas da Vela Jovem brasileira receberam, na manhã desta sexta-feira (dia 14), dois barcos da classe 470 das mãos de quatro campeões olímpicos. Na cerimônia de entrega realizada no Iate Clube do Rio de Janeiro, no último dia de disputa da Copa da Juventude, Martine Grael, Kahena Kunze, Robert Scheidt e Torben Grael entregaram as embarcações para a parceria feminina Juliana Duque e Amanda Sento-Sé e para a dupla masculina Leonardo Lombardi e Rodrigo Luz.

Campeãs mundiais na classe Snipe este ano, as baianas Juliana, de 21 anos, e Amanda, de 15, receberam o 470 medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 com Fernanda Oliveira e Isabel Swan. As duas jovens atletas receberam o barco das mãos de Martine Grael, ouro na 49erFX na Rio-2016, e Robert Scheidt, campeão olímpico na Laser em Atlanta-1996 e Atenas-2004.

“É muito emocionante, um bom incentivo para podermos fazer a campanha olímpica. É o barco das medalhistas de bronze em Pequim-2008. Vamos fazer de tudo, treinar muito, dobrado, para aproveitar esta oportunidade que nos foi dada”, disse Juliana.

Medalhistas de prata no último Mundial da Juventude na classe 420, os velejadores do Rio de Janeiro Leonardo e Rodrigo, ambos de 19 anos, ficaram com outro 470. Os jovens atletas receberam o barco das mãos de Kahena Kunze, ouro na 49erFX na Rio-2016, e Torben Grael, campeão olímpico na Star ao lado de Marcelo Ferreira, em Atlanta-1996 e Atenas-2004.

“É uma honra muito grande. Velejo desde os 7 anos e sonho em poder ir para os Jogos Olímpicos. Isso sempre foi algo distante, mas temos conseguido bons resultados e isso nos motiva. Conseguir esse barco é um primeiro passo para realizar um sonho de vida”, afirmou Leonardo.

A solenidade de assinatura do convênio contou com a participação do Secretário-Geral da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Ricardo Lobato; do Diretor de Vela do Yatch Clube da Bahia e presidente eleito da Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia (Feneb), Marcio Cruz; do Vice-Presidente Técnico da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro (Feverj), Flavio Gama; do Contra-Comodoro do Iate Clube do Rio de Janeiro, Vicente Arruda; do Presidente do Grupo Energisa, Ricardo Botelho; e do Gerente Geral de Performance Esportiva do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Jorge Bichara.

“Desde que assumimos a CBVela temos o compromisso de investir na Vela Jovem. Fazer a transição do período de aprendizado para o alto nível é algo bem difícil. Nós queremos sempre ajudar ao máximo nessa transição”, disse Ricardo Lobato. “A Energisa é privilegiada em apoiar a Vela Jovem brasileira. Temos um histórico de presença na vela e estamos satisfeitos em poder contribuir para o desenvolvimento desse grande projeto da CBVela”, afirmou Ricardo Botelho

Coordenador Técnico da Equipe Brasileira de Vela, Torben Grael falou da importância de se disponibilizar estes barcos para os jovens velejadores. “Na vela olímpica hoje em dia temos uma renovação constante do equipamento. Alguns barcos estão em ótimo estado, mas não para competir no top da vela olímpica. Porém, para quem está começando, são perfeitos. Entregar estes barcos dá aos jovens atletas uma grande oportunidade de aperfeiçoamento e treinamento”.

Cerimônia de abertura da Rio-2016 emociona e não esquece a vela brasileira

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Quem viu ainda se emociona ao lembrar da belíssima cerimônia de abertura da Rio-2016. Chamando a atenção para a conservação da natureza e para a cultura brasileira, a cerimônia encantou quem estava no Maracanã ou mesmo quem assistiu apenas pela televisão. Os velejadores compareceram em peso no desfile das delegações, com o início das competições marcado para hoje, na Baía de Guanabara, os atletas da Equipe Brasileira de Vela aproveitaram a noite de festa.

Mais especial ainda foi ver Torben Grael, coordenador técnico da Equipe Brasileira de Vela e  dono de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de bronze e uma de prata), conduzindo a bandeira olímpica junto a outros grandes atletas e figuras nacionais. Robert Scheidt, outro multimedalhista da vela nacional, fez o juramento olímpico em nome de todos os atletas desta Olimpíada.

Para quem acompanha a vela, sabe que o esporte foi o que mais deu medalhas de ouro para o Brasil, foram 6 no total, quatro destas medalhas foram conquistadas por Torben e Robert – um feito a ser reconhecido por qualquer cidadão brasileiro. No total, a vela foi responsável por 17 medalhas em Olimpíadas e só perde para o Judô que tem 19 medalhas.

Hoje a vela brasileira estreia na Rio-2016 com Robert Scheidt, Fernanda Decnop, Ricardo Winick e Patricia Freitas. Toda sorte para o Brasil e que os bons ventos soprem em nossas velas.

Fotos Worl Sailing e Rio-2016

Grand Slam da SSL: Título será definido neste sábado

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O sábado (7) será intenso para as dez duplas mais bem classificadas no inédito City Grand Slam de Hamburgo, Alemanha. A competição começou com 86 barcos e restarão apenas dez para as quartas de final. Torben Grael, Bruno Prada e seus respectivos parceiros estão praticamente garantidos, mas ainda haverá a quinta e última regata da segunda fase, disputada por 30 tripulações. Kuznierewicz e Zycki (POL) lideram, seguidos por Negri e Lambertenghi (ITA), ambos com 20,5 pontos perdidos.

Bruno e Augie Diaz (EUA) venceram a primeira das quatro provas, adquirindo condição confortável. “Podemos até nos poupar na quinta regata para evitarmos o desgaste de um percurso que é rajada e manobra o tempo todo. A partir das quartas de final zera tudo e o que vier é lucro”, considera Bruno. A dupla ocupa a quinta colocação, com 34 pontos perdidos. A premiação geral é de 100 mil dólares e os vencedores somam 3.000 pontos no ranking da SSL.

Torben e Stefano Lillia (ITA) chegaram em segundo lugar na segunda regata e também já pensam nas eliminatórias. “Agora é só não errar, apesar de que em regata curta é fácil errar. Veja os italianos e os poloneses, estão muito regulares”, aponta Torben, sexto colocado com 37 pontos perdidos. Francisco Siemsen e Arthur Lopes (Chicão e Tutu) estão em 15º lugar. A partir das quartas de final os pontos são zerados.

Briga apertada pela sobrevivência no City Grand Slam – O brilho do sol e o vento leste de 12 nós (22km/h) proporcionaram regatas clássicas no Lago Alster para ao 30 barcos que ainda podem ganhar o inédito SSL City Grand Slam, com premiação geral de cem mil dólares. Em provas de apenas 35 minutos, com pernas de 600 metros, o segredo é achar o “caminho limpo”. Em atitude inovadora, a Comissão de Regatas do Norddeutscher Regatta Verein (NRV) criou um “gate” superior permitindo a opção de contorno entre duas boias.

Exceto protestos, as seis primeiras duplas na classificação geral estão garantidas na fase eliminatória independentemente da quinta regata. Os mais regulares do dia foram os italianos Diego Negri e Sergio Lambertenghi, com três segundos e um terceiro lugares, compartilhando assim, a liderança com Mateusz Kusznierewicz e Dominik Zycki (POL).

A dupla polonesa teve um dia difícil. Na primeira regata, Kusznierewicz e Zycki foram marcados no contorno da boia após primeira perna de popa, mas conseguiram se recuperar e terminaram em terceiro lugar. Na segunda prova com muito esforço repetiram a colocação, mas após a terceira largada veio o resultado inesperado, um 23º lugar que acabou sendo adotado como descarte. A séria foi concluída com a oitava colocação. O vencedor da segunda fase passa diretamente para a final, enquanto o segundo colocado avança à semifinal.

Regata 1 – Os recentes campeões mundiais de Star, Augie Diaz e Bruno Prada venceram a primeira regata do dia. O momento-chave veio no primeiro “gate” superior, quando a dupla optou pela boia da direita, ao contrário do rumo escolhido pela maior parte da flotilha. Negri e Lambertenghi ficaram em segundo lugar, Kusznierewicz e Zycki em terceiro. Vários dos melhores no ranking da SSL não ficaram entre os dez primeiros: Xavier Rohart e Pierre-Alexis Ponsot (19), Eric Doyle e Payson Infelise (21) e Robert Stanjek e Frithjof Kleen (23).

Regata 2 – Os alemães Stanjek e Kleen largaram decididos a brigar pela vitória na segunda prova do dia, buscando recuperar posição entre os dez mais bem colocados e evitando assim, a zona de corte. Negri e Lambertenghi obtiveram mais um segundo lugar, contando com excelente largada e velejando sempre entre os três primeiros. Kusznierewicz e Zycki ficaram em terceiro, o que lhes manteve na liderança geral.

Melleby (NOR) e Revkin (EUA) não conseguiram terminar a prova devido à quebra de um dos cabos que sustentam o mastro. A dupla retornou rapidamente ao clube anfitrião NRV e emprestaram o barco do associado Olaf Richter, que os atendeu gentilmente. A ação emergencial permitiu que corressem a terceira regata e ainda fizessem um milagroso sexto lugar. Os norte-americanos Lawrence e Coleman, envolvidos em acidente, adotaram o mesmo procedimento e ficaram em oitavo lugar.

Regata 3 – Com rajadas de 15 nós, ofereceu a condição mais extrema desde o início do City Grand Slam. Melleby e Revkin estavam de volta à raia e ainda contaram com a sorte para finalizar a preparação do barco emprestado. Muitos barcos largaram escapados e a Comissão de Regatas sinalizou chamada geral. Sob Bandeira preta, Polgar e Koy largaram muito bem, assim como Torben e Stefano. Os franceses Xavier Rohart e Pierre-Alexis Ponsot assumiram a liderança na segunda metade da regata e assim permaneceram até cruzar a linha de chegada.

Regata 4 – A dupla Eric Doyle e Payson Infelise ousou imprimir ritmo agressivo para vencer a última regata do dia e recolocar o barco norte-americano com chances de classificação na quinta prova da segunda fase. A vitória rendeu um suspiro a Doyle e Infelise, com a décima colocação geral, limite da nota de corte para as quartas de final. Negri e Lambertenghi obtiveram brilhante segundo lugar, com Polgar e Koy em terceiro. O City Grand Slam terá seu último dia em Hamburgo neste sábado (7), com a regata final da segunda fase às 11h30 (6h30 de Brasília). Apenas os dez melhores seguem para as provas eliminatórias: quartas de final (9h25), semifinal (10h15) e final (10h55).

As quatro regatas serão transmitidas ao vivo pela internet, com comentários de especialistas e convidados no estúdio, como o tetracampeão da America’s Cup, Dennis Conner. Na água, as imagens são produzidas com a mais alta tecnologia, além do gráfico virtual 3D, proporcionando uma visão emocionante, diferenciada, além da completa telemetria da prova. Para resultados, fotos e vídeos, acesse: http://city.starsailors.com

Fonte: SSL

Grand Slam da SSL:Brasil classifica 100% do time para a próxima fase

A vela brasileira classificou 100% de seus representantes no City Grand Slam de Hamburgo entre as 30 tripulações que iniciam a segunda fase nesta sexta-feira (6) a partir das 6h00 (Brasília) no Lago de Alster, Alemanha. Bruno Prada e Augie Diaz (EUA) passaram em quinto lugar; Torben Grael e Stefano Lillia (ITA), em nono; e a dupla Francisco Siemsen e Arthur Lopes ficou na 14ª colocação. Outros 56 barcos foram eliminados após as seis primeiras regatas da Star Sailors League.

Torben e Bruno tiveram um dia perfeito em suas respectivas flotilhas. Ambos venceram a disputa final da primeira fase, sob condições desafiadoras: vento fraco, em torno de seis nós (10km/h) e rondados, ou seja, variando constantemente de direção. “Conseguimos largar do lado certo da raia e depois acertamos as rondadas. Em regata curta, acertar o primeiro contravento é fundamental”, destacou Torben, com 18 pontos perdidos ao lado de Stefano.

Confiante no bom desempenho, Bruno espera manter nas cinco regatas da segunda fase a regularidade apresentada em Hamburgo até o momento. “O primeiro objetivo já foi superado, agora é mirar as quartas de final. Queremos nos manter entre os cinco primeiros em cada prova”. Bruno e Augie somam 16 pontos perdidos. Os estreantes da SSL, Francisco e Arthur, têm 35 pontos e podem levar certa vantagem emocional. “Conseguimos mais do que esperávamos, nossa pressão é zero, mas vamos brigar pelas quartas”, cravou Arthur.

Regatas curtas, porém inteligentes – O sol brilhou nesta quinta-feira na cidade de Hamburgo, com três milhões de pessoas comemorando o aniversário 827 de seu porto. Milhares de moradores e visitantes transformaram as margens do Lago Alster em arquibancada para assistir ao terceiro dia do SSL City Grand Slam com 86 tripulações divididas em três flotilhas. Um show espetacular em duas versões: contravento e vento em popa. As boias do percurso estavam praticamente dentro dos parques lotados por fãs da vela.

Depois das largadas atrasadas devido ao vento indefinido, a Comissão de Regatas do clube anfitrião, Norddeutscher Regatta Verein (NRV) aproveitou uma brisa de leste para montar a raia, com cada perna medindo apenas 600 metros, o que exigiu manobras constantes dos velejadores e instinto apurado para escolher o rumo correto.

Na primeira flotilha, os italianos Negri e Lambertenghi levaram a melhor após duelo inicial entre campeões mundiais contra os alemães Stanjek e Kleen. Os italianos abriram distância, mas logo passaram a ser perseguidos pelos poloneses Kuznierewicz e Zycki. Com raia limpa à frente, Negri e Lambertenghi mantiveram a ponta para vencer a regata. A disputa pela segunda colocação se tornou acirrada entre alemães e poloneses.

Stanjek e Kleen recusavam-se a permitir a ultrapassagem de Kuznierewicz e Zycki, mas em uma manobra espetacular os poloneses conseguiram “roubar” o vento dos anfitriões quase em cima da linha da chegada e concluíram a prova na segunda colocação para garantir a liderança da primeira fase e o cobiçado troféu Heinz-Nixford. “Estamos muito satisfeitos com o barco e com nosso desempenho”, comentou Dominik Zycki.

“A primeira fase foi muito agradável e sempre mantivemos o controle da embarcação, mas a partir desta sexta-feira, haverá muita pressão entre os 30 primeiros. Não podemos mudar nosso estilo para buscarmos a classificação entre os dez que seguirão às quartas-de-final”, concluiu Zycki. Na segunda flotilha, vitória de Torben Grael, cinco vezes medalhista olímpico, além de campeão da Volvo Ocean Race e Louis Vuitton Cup. Torben contou com o proeiro Stefano Lillia para fazer uma regata perfeita.

Regatas eliminatórias – A forma de disputa da SSL é garantia de emoção. Na primeira fase os 90 barcos foram divididos em flotilhas amarela, azul e vermelha, com seis regatas para cada grupo. Os 30 mais bem classificados iniciam a segunda fase nesta sexta-feira (6), com mais cinco regatas. Os dez primeiros avançam para três regatas eliminatórias: quartas de final, semifinal e final, com oito, seis e quatro barcos, respectivamente, sendo que o vencedor da segunda fase vai direto para a final, enquanto o segundo colocado se garante na semifinal. As regatas decisivas estão previstas para sábado (7/5). A premiação geral é de 100 mil dólares.

As transmissões ao vivo pelo site oficial do evento, city.starsailors.com, terão comentários de especialistas e velejadores convidados no estúdio instalado no clube anfitrião, a partir das 6h00 (Brasília) desta quinta-feira (5). Na água, uma equipe embarcada irá produzir imagens em alta definição, mesclando ilustrações gráficos em 3D às imagens em tempo real, oferecendo assim, a telemetria completa das provas em detalhes como, distância, velocidade e nacionalidade dos barcos.

Fonte: SSL

Grand Slam da SSL: Brasileiros se aproximam da segunda fase

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Os quatro brasileiros no City Grand Slam de Hamburgo (ALE) obtiveram bons resultados nas duas regatas desta quarta-feira (4) no Lago de Alster pela Star Sailors League (SSL). Bruno Prada e o norte-americano Augie Diaz somaram terceiro e sétimo Lugares. A dupla Francisco Siemsen e Arthur Lopes (Tutu) conquistou segunda e oitava colocações, enquanto Torben Grael, ao lado do italiano Stefano Lillia, recebeu bandeira preta por queimar a largada, mas se recuperou com um quinto lugar na segunda prova.

Concluídas cinco regatas, a liderança é dos poloneses Kuznierewicz e Zycki, com 4,5 pontos perdidos, apenas meio ponto de vantagem sobre Melleby e Revkin, da Noruega. Lawrence e Coleman (EUA) estão em terceiro com sete pontos. Szabo (EUA) e Ducommun (SUI) foram os únicos a vencer duas regatas do dia. Resta apenas uma prova para o encerramento da primeira fase, que selecionará 30 das 90 tripulações para mais cinco regatas na segunda fase. O descarte do pior resultado passou a ser considerado a partir da quarta prova. Os pontos da primeira fase serão levados para a segunda e zeram nas quartas de final, com regatas eliminatórias.

“As duas regatas de hoje (quarta) foram muito difíceis porque não havia pressão do vento para segurar os barcos de forma mais consistente no rumo correto. Ontem com o vento mais forte a prova foi mais desgastante, mas nosso desempenho foi superior. O importante agora é passar de fase”, avaliou o cubano naturalizado americano, Augie Diaz, timoneiro do barco de Bruno, com 15 pontos perdidos, já descartado um oitavo lugar. A dupla ocupa a nona colocação geral. Com previsão de mais um dia de vento fraco, haverá apenas uma regata para cada flotilha nesta quinta (5), complementando a primeira fase, a partir de meio-dia (7h00 de Brasília).

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Brasileiros estreiam bem no Grand Slam da SSL

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Frio, vento rondado, rajadas fortes e uma raia com dimensões muito curtas impuseram os desafios do 1º City Grand Slam no Lago de Alster, em Hamburgo nesta terça-feira (3), abertura da competição da Star Sailors League. Com 90 tripulações divididas em três flotilhas, Torben Grael, ao lado do italiano Stefano Lillia encerrou o dia em sexto lugar na classificação geral. Bruno Prada, com o norte-americano Augie Diaz, é o sétimo colocado. Os noruegueses Melleby e Revkin lideram com três pontos perdidos, meio ponto à frente dos poloneses Kuznierevicz e Zycki.

O percurso das nove regatas, três para cada flotilha, não passou de quatro milhas (7km) divididas em até oito pernas, com duração média de 35 minutos, o que exigiu dos velejadores intenso esforço físico pela intensidade das manobras. “As regatas foram totalmente físicas. Muita manobra, mas foi a melhor das três séries porque o vento apertou, com rajadas acima de 15 nós (cerca de 30 km/h). Na última, ganharíamos se não tivesse quebrado a alça da escota (que ajuda a sustentar a vela mestra). Fizemos uma gambiarra e ainda chegamos em oitavo lugar”, analisou Bruno que antes obteve segundo e terceiro lugares.

Bruno e Augie somam 13 pontos perdidos, um a mais do que Torben e Stefano, três vezes quartos colocados. No momento em que o vento apertou, o bicampeão olímpico teve de segurar o barco e o proeiro. “O Stefano não está em ritmo de regata. Três provas curtas com vento forte no mesmo dia, quebraram o cara. Tive de dar uma segurada, mas foi bom. Começar bem sempre tira um pouco da pressão”, afirmou Torben. Os brasileiros correram o primeiro na flotilha azul. Mais três regatas complementam a primeira fase. A partir da quarta, considera-se o descarte do pior resultado.

A dupla brasileira Francisco Simsen e Arthur Lopes (Tutu) também estreou alcançando a perspectiva de ficar entre as 30 mais bem colocadas e passar para a segunda fase. Estão em 19º lugar na classificação geral, com 25 pontos perdidos (12+6+7). “Estamos correndo pela primeira vez juntos na Star. Não devemos ser audaciosos e estabelecer uma meta, mas sabemos que o barco está rápido e por isso lutaremos para chegar à próxima fase”, argumentou Francisco consciente das dificuldades.

A partir do meio da tarde o sol surgiu entre nuvens e amenizou o frio, mas as primeiras regatas do dia tiveram condições severas de tempo para a flotilha amarela, com temperatura abaixo de 10ºC, garoa e vento noroeste por volta de 12 nós (22km/h). A dupla norte-americana Lawrence e Coleman também manteve a regularidade e ocupa a terceira posição geral com cinco pontos perdidos Os alemães Stanjek e Kleen, atuais campeões da Bacardi Cup estão em oitavo lugar.

O francês Xavier Rohart, bronze olímpico na Star nos Jogos de Atenas, venceu a segunda regata ao lado de Pierre Ponsot e ocupa a nona posição. Apesar da raia com dimensões reduzidas, elogiou a regata. “É necessário largar forte e depois administrar a prova sem se envolver em confusão para não ficar preso em meio à flotilha. É tudo muito rápido e não há tempo para indecisões. Tem de definir o rumo e seguir em frente”, considerou o presidente da SSL. A previsão para esta quarta (4) é de ventos mais fracos em Hamburgo. A primeira largada está prevista para às 10h00 (local), cinco horas à frente do fuso de Brasília.

Regatas eliminatórias – A forma de disputa da SSL é garantia de emoção. Na primeira fase os 80 barcos serão divididos em flotilhas amarela, azul e vermelha, com previsão de seis regatas para cada grupo. Os 30 mais bem classificados seguem para a segunda fase, com mais cinco regatas. Os dez primeiros avançam para três regatas eliminatórias: quartas de final, semifinal e final, com oito, seis e quatro barcos, respectivamente, sendo que o vencedor da segunda fase vai direto para a final, enquanto o segundo colocado se garante na semifinal. As regatas decisivas estão previstas para sábado (7/5).

As transmissões ao vivo pelo site oficial do evento, city.starsailors.com, terão comentários de especialistas e velejadores convidados no estúdio instalado no Norddeutscher Regatta Verein, entre 5h00 e 13h00 (Brasília). Na água, uma equipe embarcada irá produzir imagens em alta definição, mesclando ilustrações gráficos em 3D às imagens em tempo real, oferecendo assim, a telemetria completa das provas em detalhes como, distância, velocidade e nacionalidade dos barcos.

Fonte: SSL

Com transmissão ao vivo, Brasil estreia nesta terça no Grand Slam da SSL

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O inédito City Grand Slam da Star Sailors League (SSL) será um desfile de medalhistas olímpicos e campeões mundiais a partir desta terça-feira (3) no Lago de Alster, no centro da cidade de Hamburgo. Entre as 90 duplas inscritas, o Brasil será um dos 20 países mais bem representados na Alemanha. Torben Grael, com cinco medalhas olímpicas (dois ouros, uma prata e dois bronzes) vai correr com o italiano Stefano Lillia. Bruno Prada (uma prata e um bronze) terá como parceiro o norte-americano Augie Diaz, mesma dupla que acaba de conquistar o Mundial de Star em Miami.

Para o bicampeão olímpico Torben, as condições do lago não permitem que se façam projeções. “A raia é bem estreita por isso não dá pra dizer que existem favoritos. Tem de velejar para se divertir e vamos ver o que acontece”. O tetracampeão mundial de Star, Bruno, segue na mesma linha do amigo Torben. “As regatas serão muito difíceis, desafiadoras. Cada perna não deve medir nem um quilômetro e todo mundo vai chegar junto na boia de contravento. Como haverá três flotilhas, o jeito é tentar manter-se entre os cinco primeiros para passar de fase”, recomenda o velejador do Yacht Club Paulista. “Temos de comer o que põem na mesa”.

O Brasil terá ainda a dupla Francisco Siemsen e Arthur Lopes, o Tutu. Além da Star, ambos trazem experiências da classe Laser e da vela oceânica, mas estreiam em uma competição da SSL em Hamburgo. “O espaço das regatas é menor do que a Raia 1 da Represa Guarapiranga. Em uma raia pequena a largada é o mais importante. Parece que vai ser meio loteria e isso pode ser bom para a gente”, espera Tutu. O City Grand Slam distribui 100 mil dólares em prêmios e os vencedores somam 3.000 pontos no ranking da SSL.

Cerimônia de abertura– A primeira edição do City Grand Slam foi oficialmente aberta nesta segunda-feira (2) na Câmara Municipal de Hamburgo, palácio de estilo barroco e um dos cartões postais da segunda maior cidade da Alemanha, apenas atrás de Berlim. Praticamente os 180 velejadores participaram do evento no edifício histórico e receberam as boas vindas de autoridades políticas e esportivas. As regatas terão início nesta terça-feira às 10h00, horário local, (15h00 de Brasília). A festa de encerramento está prevista para sábado, último dia de regatas, no Museu Marítimo de Hamburgo.

As transmissões ao vivo poderão ser vistas aqui no site Notícias Náuticas e terão comentários de especialistas e velejadores convidados no estúdio instalado no Norddeutscher Regatta Verein. Na água, uma equipe embarcada irá produzir imagens em alta definição, mesclando ilustrações gráficos em 3D às imagens em tempo real, oferecendo assim, a telemetria completa das provas em detalhes como, distância, velocidade e nacionalidade dos barcos.

Regatas eliminatórias – A forma de disputa da SSL é garantia de emoção. Na primeira fase os 80 barcos serão divididos em flotilhas amarela, azul e vermelha, com previsão de seis regatas para cada grupo. Os 30 mais bem classificados seguem para a segunda fase, com mais cinco regatas. Os dez primeiros avançam para três regatas eliminatórias: quartas de final, semifinal e final, com oito, seis e quatro barcos, respectivamente, sendo que o vencedor da segunda fase vai direto para a final, enquanto o segundo colocado se garante na semifinal. As regatas decisivas estão previstas para sábado (7/5).

A Star Sailors League (SSL) foi criada em 2013 por velejadores para atender a necessidade dos velejadores, fortalecendo a classe ainda mais diante da exclusão do programa olímpico. O primeiro grande evento foi a SSL Finals com premiação de 200 mil dólares e vitória de Robert Scheidt e Bruno Prada, em dezembro do mesmo ano em Nassau (BAH). Em 2014, os norte-americanos Mark Mendelblat e Brian Fatih venceram a final mundial. Em 2015, George Szabo e Edoardo Natucci (ITA) foram os campeões no Caribe, após Szabo vencer o primeiro Lake Grand Slam ao lado do do suíço Duccommun, na Suíça.

Fonte: assessoria