André Mirsky sobe no Mundial Master de Finn; Trujillo reassume a liderança

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O Mundial Master de Finn segue sendo disputado em águas caribenhas com ventos fortes. Com a realização da sétima regata, entrou o descarte, o que foi muito bom para André Mirsky, único representante brasileiro na competição. Ele conseguiu descartar um 28º lugar, conquistado na primeira regata, e subiu para 21ª colocação geral. O espanhol Rafa Trujillo, técnico de Jorge Zarif, reassumiu a ponta.

Confira os resultados em: http://bit.ly/2qXKESW

 

Muito vento adia semi-final da America´s Cup

O vento das Bermudas não está querendo mesmo colaborar com a America´s Cup. Nesta quarta-feira ele aumentou ainda mais, passando do limite de 24 nós, obrigando a organização a adiar as regatas do dia. Com isso a previsão é de que nesta quinta-feira sejam realizados os seis matches do dia, mais os quatro em atraso.

A decisão de adiar as regatas se deu após o ETNZ capotar na terça-feira. Quando questionado por jornalistas, Ian Murray, race director da competição, afirmou que no momento do incidente o vento estava firme na casa dos 21 nós e que não passou dos 24 acordados por todas as equipes como limite.

Após dois dias de disputas da semi-final, o Emirates Team New Zealand e o SoftBank Team Japan lideram suas chaves com três vitórias e uma derrota cada. Land Rover BAR e Artemis Racing ainda têm chances, uma vez que até nove matches serão disputados.

Rafa Trujillo, técnico de Jorginho Zarif, lidera o Mundial Master de Finn

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O Mundial Master de Finn começou nesta segunda-feira com quase 140 barcos na raia de Barbados. O espanhol Rafa Trujillo, técnico de Jorge Zarif, largou na frente com duas vitórias em duas regatas. Rafa é o atual campeão mundial e já mostrou que vai brigar para levar o título novamente para casa.

O Brasil está sendo representado por André Mirsky, que estreou na 35ª colocação, com um 28º e um 12º lugares.

Para ver os resultados completos, clique aqui.

 

ETNZ larga na frente na disputa final pela vaga na America´s Cup

 

A fase semi final da disputa pela vaga na America’s Cup começou emocionante nesta segunda-feira. O primeiro duelo foi entre o Emirates Team New Zealand e o Land Rover BAR. O ETNZ, comandado por Peter Burling, foi o segundo melhor na primeira fase (o melhor foi o Oracle, que, por ser o defensor do título não participa desta fase) e por isso pôde escolher contra quem iria velejar. Quando optou pelo Land Rover BAR, de Ben Ainslie, Burling não esperava contar tanto com a sorte. Ainda na primeira regata o time inglês quebrou algum mecanismo da vela e não conseguiu trocar a tempo, tendo que desistir da disputa dos dois matches do dia.

O segundo duelo, entre Softbank Team Japan, do experiente Dean Barker, e Artemis Racing, de Nathan Outteridge, foi mais acirrado. Cada um venceu um match e a vaga continua em aberto.

Para esta terça-feira estão programados mais dois matches para cada dupla. A previsão indica ventos de 18 a 22 nós, que deverá deixar a disputa acirrada.

Esta fase da competição segue até o dia 8. Até nove regatas estão programadas.

Resultados após um dia:
Emirates Team New Zealand 2 x 0 Land Rover BAR
SoftBank Team Japan 1 x 1 Artemis Racing

 

 

Mundial de ORC terá representantes de 19 países em Trieste, na Itália

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Entre os dias 30 de junho e 8 de julho mais de 1500 velejadores estarão reunidos em Trieste, na Itália, para a disputa do Mundial de ORC. Ao todo 19 países estarão representados: Grã Bretanha, Alemanha, Ucrânia, Finlândia, Turquia. Noruega, Dinamarca, Holanda, Espanha, Estônia, República Tcheca, Malta, Croácia, Chipre, Áustria, Eslovênia e Itália.

Para este ano os critérios de quem poderia participar foram revisados, garantindo um nível de competidores mais alto. As classe B e C terão, juntas, 55 participantes, enquanto a A terá 17. As regatas serão disputadas em duas áreas diferentes no Golfo de Trieste e terão como sede o Porto San Rocco.

Para mais informações e resultados, acesse www.orcworlds2017.com

Défi Wind reúne 1400 velejadores na França

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Entre os dias 25 e 28 de maio a cidade de Gruissan, na França, vai ser palco do maior evento de windsurfe do mundo. São 1400 inscritos, de 40 países. O sucesso do evento é tanto que no primeiro dia de inscrições, 900 vagas foram preenchidas. Na água estarão presentes 60 títulos mundiais, incluindo os 42 do dinamarquês Björn Dunkerbeck e os três do francês medalhista olímpico em Pequim Julien Bontemps. Para acompanhar a regata, clique aqui. http://bit.ly/2rPP3Dm

Volvo Ocean Race anuncia mudanças importantes para próximas edições

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A Volvo Ocean Race anunciou, nesta quinta-feira (18), em Gotemburgo, na Suécia, uma série de iniciativas inovadoras para as próximas edições da regata, incluindo novos barcos para a competição de volta ao mundo. A partir da próxima década, os veleiros usados nas travessias pelos mares do planeta serão de 60 pés (18,29 metros) com foile. Já nas regatas costeiras, as equipes vão usar os desafiadores catamarãs voadores 32-50 pés (10-15 metros), que são leves, rápidos e têm dois cascos. Os modelos para o desfio mais duro e difícil do esporte serão desenvolvidos pelo projetista francês Guillaume Verdier.

“Tivemos muitos debates sobre usar um multicasco ou monocasco e, de fato, a solução final para nós é fazer as duas coisas. Então haverá três cascos nas futuras edições!”, disse CEO da Volvo Ocean Race, Mark Turner. “A Volvo Ocean Race sempre foi desafiadora ao extremo e com essas mudanças – talvez as mais radicais desde que a regata começou em 1973 – estamos levando a competição a outro patamar. A obsessão que levou a gerações de velejadores a buscar a vitória continua, mas para levantar o troféu, o candidato será mais exigido em dedicação, habilidade e sacrifício”. Continuar lendo “Volvo Ocean Race anuncia mudanças importantes para próximas edições”

Vestas começa a treinar para a Volvo Ocean Race

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Eles até podem ter sido o último time a confirmar a participação mas os velejadores do Vestas 11th Hour Racing já estão treinando para a Volvo Ocean Race, que larga em outubro de Alicante, na Espanha.

O barco recém reformado partiu de Lisboa, Portugal, rumo a Newport, nos Estados Unidos, sob o comando dos americanos Charlie Enright e Mark Towill. “Trabalhamos muito para esta travessia do Atlântico, então estou muito contente em finalmente poder partir”, disse Enright.

 

Mapfre volta a velejar na Espanha após mastro quebrado

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Duas semanas atrás, o MAPFRE  teve um problema durante treinamento na região espanhola da Galícia, que acabou danificando seu mastro, uma das peças principais de um barco. Neste sábado (15), 16 dias depois do ocorrido, o veleiro já está de volta à água. Os trabalhos de reparo foram realizados no estaleiro naval da Volvo Ocean Race, em Lisboa, Portugal. O VO65 MAPFRE já está pronto para todas as condições climáticas.

“O mastro é novo e, depois de sete dias de montagem, está pronto e aparentando estar bom” – afirmou Antonio “Talpi” Piris, chefe da equipe de terra do MAPFRE. A peça foi encomendada da Nova Zelândia. Em Lisboa, além da montagem do novo mastro, os trabalhos de reparo foram feitos no casco, quilha e lemes. Essas partes importantes de um veleiro foram prejudicas pela quebra do mastro. “O barco foi levado à Lisboa para reparar partes afetadas também, como bulbo e lemes. Revisamos o fundo do veleiro e até refizemos parte da pintura. A colaboração entre a nossa equipe de terra e do estaleiro da Volvo Ocean Race foi importante, deu bons frutos”.

Lembrando que o problema ocorreu na ilha de Ons (Pontevedra) com 25 nós (46,3 km/h) de vento e ondas de 4 metros de altura. O mastro foi o mesmo usado na edição 2014-15 da Volvo Ocean Race e o dano foi constatado na parte inferior da primeira cruzeta. Ninguém sofreu danos no incidente. A equipe agiu rápido e logo levou a embarcação para o estaleiro oficial da regata.

A tripulação fez oito horas de treino neste sábado para testar o barco e ver se tudo estava funcionando perfeitamente. “Hoje navegamos pela primeira vez e usamos as velas. O trabalho das equipes foi impecável, incrível e muito rápido”, disse o velejador Pablo Arrarte. “Tivemos sorte pelo ocorrido, pois foi agora e não atrapalhou muito o calendário, além de estar perto. Perdemos três dias de testes offshore. Isso se recupera na segunda fase de treinamento e tenho certeza de que estaremos 100% para a regata”.

Os próximos passos do MAPFRE incluem os treinos mais longos a partir do dia 18 com parte da tripulação e a seleção dos outros velejadores que farão parte do time.

Velejadora solitária abandona volta a Antártida após quebra de mastro

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A velejadora australiana Lisa Blair, que tentava quebrar o recorde de volta a Antártida em solitário, se viu obrigada a abandonar a viagem após o mastro do barco Climate Action Nowvir abaixo sob fortes ventos e mar bastante grosso. Lisa estava no mar há 72 dias e seu objetivo era completar as 14000 mil milhas sem assistência e sem paradas em menos de 102 dias, 35 minutos e 50 segundos, recorde estabelecido pelo russo Fedor Konyukhov