Copa de Aniversário reúne número recorde de Dingues em Pernambuco

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Um aniversário comemorado em grande estilo. Assim pode ser classificado a Copa de Aniversário Dingue Pernambuco 2016, realizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, no último sábado (27), no Rio Timbó, em Maria Farinha, Litoral Norte de Pernambuco. A competição reuniu um número recorde de inscritos – 20 embarcações. Foi a primeira vez na história da classe no Estado que um evento local congregou tantos veleiros em uma única prova.
Com todos esses ingredientes, não tinha como a regata ser diferente. A competitividade dentro d’água começou após a partida. A embarcação Kamikaze, com Leonardo Almeida e Miguel Andrade, largou em quinto, mas logo assumiu a liderança e liderou a prova até o final. A disputa ficou acirrada entre as embarcações Black, de Renê Hutzler e Cleide Holanda; a de Paulo e Francisco Andrade, ainda sem nome; e a Fort Álamo, com Amadeu e Renata Palha, que brigavam pela segunda, terceira e quarta colocação respectivamente.
Anteriormente conhecida como Flotilha Dingue de Pernambuco (Flodinpe), a classe foi fundada em Pernambuco no dia 26 de agosto de 2000 e teve origem nas escolas de vela para adultos realizadas pelo Cabanga Iate Clube na sub-sede de Maria Farinha, em meados de 2000 e 2001. Marcada pelo caráter de diversão e alegria, logo se consolidou como uma das principais equipes do clube e, posteriormente, de outras agremiações, atraindo velejadores de diversas outras classes consagradas.
“Gostaria de agradecer a presença de todos e parabenizar a cada um de vocês que fizeram dessa regata especial a maior já realizada por nossa classe até então. Nesse período que supera uma década e meia, o grupo se modificou, renovou, modernizou e passou a alcançar resultados cada vez mais expressivos no âmbito regional e nacional. Este é o momento de celebrarmos nossas conquistas e estreitarmos os laços de amizade, companheirismo e festejarmos a saudável competitividade que nosso esporte nos proporciona”, finalizou o capitão da Flotilha Leonardo Almeida.
Além do apoio do Cabanga, a competição contou com patrocínio das empresas Prosail, Schaefer Yachts, Marinas Windshop, Holos BRasil, Empório Karla e B Luna, que custearam o novo padrão da classe.
BRASILEIRO
A Copa de Aniversário Dingue Pernambuco 2016 também serviu para que os velejadores da classe realizassem os últimos ajustes nas embarcações e acertos nos treinamentos antes da disputa do XXXI Campeonato Brasileiro da Classe Dingue, que será realizado entre os dias 3 e 6 de setembro, no clube Veleiros da Ilha, em Jurerê/SC. Cinco embarcações locais disputarão a competição.

Catuana Kim é fita-azul da Regata Baía Sul

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O retorno da Copa Veleiros de Oceano, com a realização da Regata Baía Sul, não poderia ter um cenário mais adequado. O sábado amanheceu com condições de vento nordeste, com intensidade variando de 15-25 nós, em um lindo dia de sol para o deleite das tripulações. Com largada na Baía Sul, próximo a Ponte Pedro Ivo Campos, as embarcações cumpriram o percurso entre Coqueiros, São José e a Sede Central do Iate Clube em um dia perfeito para o velejo.

Atual campeão brasileiro de ORC, o Catuana Kim, liderado pelo comandante Paulo Cocchi, aproveitou o sábado para fechar a regata como Fita Azul (primeira embarcação a cruzar a linha de chegada). Após uma boa largada, a tripulação campeã conseguiu contornar a primeira boia já na liderança. Sempre próximo aparecia o C30 Corta Vento, comandando por Daniel Mattos. As duas embarcações fizeram quase toda a regata bem perto, contornando a boa na Ponta de Coqueiros e na baía de São José juntos. Com percurso barla-sota de três pernas, os dois veleiros seguiam na ponta, até o Catuana abrir pequena vantagem antes da boia final em frente ao Iate Clube de Santa Catarina.

Segundo a cruzar a linha de chegada, pouco mais de um minuto atrás do Fita Azul, o Corta Vento assegurou a vitória na classe C30, enquanto o Arretado, do comandante Paulo Cesar, foi o vencedor na classe HPE25.

A competição desse sábado foi marcada também por ótimas disputas, especialmente na classe RGS A. Após a correção de tempo, o veleiro Bruxo, comandando por Luis Carlos Schaeffer, conquistou o título da etapa com vantagem de apenas 37s sobre o vice-campeão Plâncton. Completou o pódio a embarcação Açores III. Fechando a Regata Baía Sul, o Quival, de comandante Edio Luz, venceu a disputa com Carino (2º) e Klympp (3º).

Com a conclusão da Regata Baía Sul seis etapas já foram realizadas até o momento na Copa Veleiros de Oceano: Regata Centro-Jurerê (fevereiro), Regata Cidade de Florianópolis (março), Regata Fortalezas (abril), Regata Tripulação (junho) e Regata Lineares (junho). Até o final da temporada estão programadas a Regata Arquipélago (setembro), Regata Mormaii (outubro), Regata Marejada (novembro) e a Volta à Ilha de Santa Catarina, que encerra o calendário náutico do ICSC no mês de dezembro.

Cabanga realiza Copa Dingue neste sábado

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O Cabanga Iate Clube de Pernambuco realizará, neste sábado (27), a Copa de Aniversário da Classe Dingue. A prova será realizada a partir das 12h30, na praia de Maria Farinha, Litoral Norte de Pernambuco.

Os interessados em participar poderão realizar a inscrição até às 12h do dia 27, junto à Coordenadoria Estadual da Classe ou na secretaria do evento.

O torneio servirá de preparação para a 31ª edição do Campeonato Brasileiro da Classe Dingue, que será realizado em Jurerê, Santa Catarina, entre os dias 3 e 6 de setembro.

Regata Baía Sul marca o retorno da Copa Veleiros de Oceano nesse sábado

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Válida como sexta etapa da Copa Veleiros de Oceano, realizada anualmente pelo Iate Clube de Santa Catarina, a Regata Baía Sul marca o retorno das competições de vela oceânica em Florianópolis após a pausa de meio de ano. Participam do evento nesse sábado, 27, as classes ORC, RGS, C30, HPE25 e Início/Retorno, com percurso sendo realizado na Baía Sul, com o próprio nome da regata sugere.

A largada será realizada na Baía Sul, próximo a Ponte Pedro Ivo Campos. De lá os velejadores realizam um percurso com a primeira boia sendo contornada próximo ao Veleiros da Ilha seguindo para a Ponta de Coqueiros, onde outra boa será contornada. A Regata segue para a baía de São José onde os veleiros mais velozes cumprem três pernas de barla-sota, enquanto os mais lentos rumam para a próxima boia. Por fim, as embarcações seguem para a Ponta de Coqueiros e completam o trajeto em frente ao Iate Clube de Santa Catarina.

A expectativa para o retorno da Copa Veleiros de Monotipos é enorme uma vez que as previsões para esse sábado são bem animadoras com ventos nordeste variando de 8 a 12 nós para o horário da competição.

Até o momento foram disputas cinco etapas da Copa Veleiros de Oceano: Regata Centro-Jurerê (fevereiro), Regata Cidade de Florianópolis (março), Regata Fortalezas (abril), Regata Tripulação (junho) e Regata Lineares (junho). Após a Regata Baía Sul estão programadas a Regata Arquipélago (setembro), Regata Mormaii(outubro), Regata Marejada (novembro) e a Volta à Ilha de Santa Catarina, que encerra o calendário náutico do ICSC no mês de dezembro.

Após as Olimpíadas, velejador americano é assaltado…nos EUA

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Os Jogos Olímpicos terminaram e é hora de voltar para casa e retomar a rotina. Menos para Bora Gulari, membro do Team USA na classe Nacra 17. O velejador voltou Detroit e quando chegou no Iate Clube se deu conta que todo o seu material havia sido roubado de dentro do seu carro, na porta de casa. “Minha vida estava naquela mala”, disse ele. O material roubado nada tinha a ver com uniformes ou outro material olímpico do time americano. Na mala estavam todas as ferramentas, seu spinnaker, roupas de velejar e o bib que ele usou nos Jogos, tudo avaliado em US$ 10 mil (aproximadamente R$ 32 mil). “Isto só me faz sentir mal sobre a minha vizinhança”, disse ele. O material acabou sendo recuperado, com exceção de dois pares de óculos.

Contagem regressiva: 30 dias para Refeno 2016

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Contagem regressiva. Faltam 30 dias para uma das maiores e mais importantes regatas oceânicas do iatismo brasileiro, a Recife-Fernando de Noronha 2016 (Refeno). Quarenta e quatro embarcações já garantiram participação na prova, com partida marcada para o dia 24 de setembro de 2016, do Marco Zero do Recife. A competição também conta com 20 veleiros pré-inscritos.

Dos inscritos, dez barcos são de Pernambuco e de São Paulo. Veleiros de dez outros estados brasileiros e um do Distrito Federal também já garantiram suas vagas na tradicional prova do iatismo brasileiro.

A 28° edição da regata conta, até o momento, com veleiros de oito classes diferentes. São elas: RGS, Aço, Aberta, Bico-de-proa, Mocra, Turismo, Catamarã e ORC.

Os interessados em participar podem realizar a inscrição através do site da regata (www.refeno.com.br) até o dia 22 de setembro, limite máximo para inscrição de novas embarcações.

Criada há 28 anos, a Refeno é considerada a primeira regata oceânica do Brasil. No ano passado, a embarcação gaúcha Camiranga, comandada por Eduardo Plass, ganhou o troféu Fita Azul pela segunda vez consecutiva.

Clique aqui e veja lista dos veleiros inscritos até o momento

Paralimpíada terá três times brasileiros

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Entre os dias 7 e 18 de setembro o Rio de Janeiro será palco da mais linda Paralimpíada da história. Especialmente para a vela, que terá como fundo o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor. Três classes estarão em disputa entre os dias 12 e 17 de setembro nas raias do Pão de Açúcar e Escola Naval:

2.4 Metros: Barco projetado em 1982 para uma pessoa, que vai sentada dentro.

Skud18: Barco de quilha para duas pessoas, com balão.

Sonar: Barco para três pessoas, também de quilha 

O Brasil será representado por Nuno Rosa na 2.4, Bruno Landgraf e Marinalva Almeida na Skud, e Antonio Marcos do Carmo, Herivelton Ferreira e José Matias Gonçalves de Abreu na Sonar. A vela é o único esporte na Paralimpíada que permite que pessoas com diferentes graus de deficiência compitam de igual para igual.

Para assistir as competições de pertinho em uma arena super animada, basta garantir o seu ingresso aqui. Os valores variam de R$ 10 a R$ 20,00.

 

Festvela chega a sua sétima etapa

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Neste sábado será disputada a sétima etapa do Festvela, evento promovido pelo YCSA ao longo do ano na Guarapiranga. A competição tem um formato diferente, que soma os pontos do velejador e não do barco, ou seja, se o seu time não puder correr, não precisa desanimar, basta montar uma nova tripulação e seguir na disputa. Para fazer a inscrição, basta acessar este link: https://goo.gl/A4h9gf

 

Vela poderá mudar para Tóquio 2020

As Olimpíadas do Rio foram um sucesso. A Marina da Glória, sede da competição, teve a maioria dos ingressos vendidos em todos os dias de competição, o Brasil chorou de alegria ao comemorar o ouro do argentino Santiago Lange na Nacra 17 e das brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze, na 49er FX.

E apesar de a World Sailing ter decidido que as classes que fizeram parte da Rio 2016 também estarão em Tóquio 2020, o futuro poderá não ser bem assim. De Londres 2012 para o Rio 2016 o número de classes foi mantido, porém, com a saída do Star e do Match Race, os países que se classificaram em todas as classes para o Rio, levaram um atleta a menos.

E é nesta tecla que o Comitê Olímpico Internacional está batendo. O número total de atletas nas duas últimas edições dos Jogos foi de 10.500 e este número está mantido para o Japão. Porém, cinco novos esportes entrarão no programa e se o número vai aumentar de um lado, tem que diminuir do outro. Seis esportes estão sob a mira do COI e a vela é um deles.

“Quando o COI vem para você com este ‘problema’ como você responde? Decidimos pedir para os nossos membros que votem em uma possível mudança na decisão que tomamos quatro anos atrás sobre manter as mesmas classes para o Rio 2016 e para Tóquio 2020. Isto levará tempo, mas não temos ideia como poderemos mudar para as próximas Olimpíadas. Esta decisão não virá em novembro, na nossa reunião, mas talvez em fevereiro. Em novembro talvez consigamos apresentar uma boa solução, mas nada ainda muito certo, pois é um assunto confidencial com o COI.

Talvez entre o Kite, talvez um barco de foil. Não sei… quem sabe um velho hobby antigo meu, de fazer regatas de longa distância com equipamentos básicos em barcos one design. Estou completamente convencido que vamos conseguir alguém que forneça os barcos para as Olimpíadas de graça. Esta seria uma forma das pessoas competirem em regatas barla-sota e em uma regata de percurso…

Nada está decidido. Não vou ser eu a tomar esta decisão, será o conselho. Com certeza teremos mudanças, mas o que quero dizer é que mexeremos no mínimo  possível para que as pessoas não joguem fora seus barcos e que as nações que façam parte da World Sailing tenham problemas. Estas nações precisam desenhar um programa de quatro anos e precisamos ser rápidos”, disse Carlo Croce, presidente da World Sailing desde 2013.